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《Amor Imortal: A Escolha de Carlisle》Capítulo 45 — Compartilhando histórias

A família de Denali se mostrou uma excelente companhia. A preocupação compartilhada com a vida humana tornava fácil gostar deles imediatamente. Carlisle e Eleazar começaram a conversar quase de imediato, trocando experiências sobre os tempos em que viveram com os Volturi na Itália. Naturalmente, Esme e Carmen também se aproximaram, já que seus maridos ficaram horas conversando, com séculos de histórias para compartilhar.

Tanya, Kate e Irina circularam entre todos, cada uma flertando um pouco com Edward, embora fosse Tanya quem demonstrava maior interesse. Como Carlisle previra, Edward ficou visivelmente sobrecarregado, mais por conseguir ler os pensamentos delas do que por qualquer outra coisa. Mesmo sabendo disso, nenhuma delas fez esforço para esconder o que pensava sobre ele.

Rosalie, assim como Esme, manteve-se próxima de Emmett durante o início do encontro. Embora as três fossem naturalmente extrovertidas e um pouco provocantes, não demonstravam interesse nos homens comprometidos. A postura calma de Carmen também ajudava a dissipar qualquer sensação de ameaça. Ao final da noite, tanto Esme quanto Rosalie já estavam muito mais à vontade com a presença dos cinco.

Quando Irina mencionou o termo “criança imortal”, todos pararam.

Tanya e Kate ficaram tensas.

Carmen e Eleazar trocaram olhares.

Edward percebeu imediatamente o impacto daquelas palavras na mente de Esme e Rosalie — ambas tomadas por esperança.

Carlisle percebeu.

“Criança imortal?” perguntou Rosalie. Seu rosto carregava expectativa.

“Não podemos ter filhos,” disse Carmen rapidamente. “Não da forma natural.”

“O que é uma criança imortal?” perguntou Emmett.

Carlisle já sabia.

Mas deixou Irina falar.

“Nossa mãe morreu por causa de uma,” disse ela, com dor na voz. “Os Volturi a mataram… e o bebê também.”

Esme olhou para Carlisle.

Ele se aproximou dela.

“Eles são terríveis,” disse Carmen.

“Ela criou um vampiro muito jovem,” explicou Tanya. “Ele não crescia.”

“Era um risco,” disse Kate.

“Poderia ter sido treinado,” disse Irina, discordando.

“As coisas não foram assim,” disse Tanya. “Eles a mataram sem piedade.”

“O que aconteceu?” perguntou Esme.

“Eles a decapitaram,” disse Irina. “E queimaram a criança viva.”

Esme ficou em choque.

Carlisle apertou seu ombro.

Ele odiava qualquer ligação com os Volturi.

“Você já viveu com eles?” perguntou Carmen.

Carlisle assentiu.

“O que fez você sair?” perguntou Kate.

“O estilo de vida deles,” disse Carlisle. “Eu nunca matei humanos. Eles faziam isso constantemente. Eu não podia continuar.”

“Você nunca se alimentou de humanos?” perguntou Carmen, surpresa.

“Não,” respondeu Carlisle.

“Nem quando era recém-criado?”

“Foi difícil. Eu tentei me destruir… até descobrir que podia sobreviver com sangue animal.”

Ele olhou para Esme.

Ela sorria com orgulho.

“Isso é impressionante,” disse Eleazar.

“Não foi fácil para mim,” disse Emmett.

Rosalie o abraçou.

“E você?” perguntou Tanya a Edward.

Ele hesitou.

“Eu tive uma fase… rebelde.”

“Conte mais,” disse Tanya.

“Eu cedi aos meus instintos. Queria saber como era… me senti livre por um momento.”

“E depois?” perguntou Kate.

“Eu me odiei. Me senti um monstro.”

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As irmãs trocaram olhares.

“Todos passamos por isso,” disse Tanya.

“Carlisle não,” respondeu Edward.

“Ele é um santo,” disse Emmett, rindo.

“Todos aprendemos de formas diferentes,” disse Carlisle.

“É o que importa agora,” disse Esme.

“Você não sorri sem antes chorar,” disse Kate.

“Concordo,” disse Tanya.

Ela continuava tentando chamar a atenção de Edward.

Ele evitava.

De repente, Edward ergueu a cabeça.

“Você tem um dom,” disse ele a Kate.

“Minha beleza?” ela brincou.

“Não. O que você faz?”

Ela sorriu.

“Venha.”

Carmen tentou impedir.

“Só um pouco de diversão,” disse Kate.

Edward se aproximou.

“Tem certeza?” perguntou ela.

Ele assentiu.

Ela levantou a mão.

“Um high-five?” ele perguntou.

Ela riu.

“Pode ser.”

Ele tocou sua mão.

E imediatamente caiu de joelhos.

Dor.

Intensa.

Como eletricidade.

Carlisle e Esme se levantaram.

Kate soltou.

Edward respirou fundo.

Levantou-se.

“Uau.”

Esme olhou para Carlisle.

“Incrível.”

Rosalie riu.

“Queria fazer isso com você.”

“Você trapacearia,” disse Edward.

Tanya se aproximou dele.

“Você está bem?”

Ele se afastou gentilmente.

“Estou.”

Carlisle percebeu.

Edward não tinha interesse.

O clima ficou silencioso.

“Talvez seja melhor irmos,” disse Carmen.

Eleazar assentiu.

“Obrigado pela hospitalidade.”

“Voltem sempre,” disse Carlisle.

“Vocês também,” disse Carmen.

Todos se despediram.

Na porta, Tanya se aproximou de Edward.

“Vai caçar?”

Ele sabia o que viria.

“Já cacei,” mentiu.

Ela ficou decepcionada.

“Ah…”

“Vamos,” disse Kate, puxando-a.

“Até mais, Edward.”

“Até.”

Eles partiram.

Emmett riu.

“Olha você.”

“O quê?” disse Edward.

“Ela quer você.”

Esme sorriu.

Rosalie riu.

Carlisle também.

“Eles foram legais,” disse Carlisle.

“Sim…” disse Edward, desconfortável.

“Deixem ele,” disse Esme.

“Obrigada,” disse ele.

“Mas elas são lindas,” acrescentou Esme.

“Ah…” ele suspirou e subiu.

Os outros riram.

“Eu acho que podemos ser amigos deles,” disse Carlisle.

Rosalie assentiu.

Emmett também.

Esme sorriu.

Todos concordavam.

Era o começo de algo novo.

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