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《Amor Imortal: A Escolha de Carlisle》Capítulo 42 — Outro tipo de monstro

Carlisle estava sentado pensativo na cabeceira da mesa da cozinha. Era a primeira vez que toda a família se reunia ali, já que normalmente a mesa servia apenas como decoração. De vez em quando, Esme vinha até a cozinha para desenhar ou trabalhar em suas plantas, pois o ambiente era mais iluminado e aberto do que o escritório, mas fora isso, quase não era utilizado.

“Preciso dizer que faz tempo que algo me surpreende de verdade,” disse ele, deixando as mãos repousarem sobre a mesa. “Acho que existe muito mais por aí do que imaginamos.”

“Não somos os únicos monstros neste mundo,” comentou Edward, brincando com o caule de uma flor no vaso.

“Todos entenderam bem os limites?” perguntou Carlisle, olhando para cada um. Sua mão se aproximou da de Esme, e ela respondeu colocando a sua sobre a dele.

Edward e Rosalie assentiram, depois olharam para Emmett.

“Sim,” disse ele, “só… e se por acidente…”

“Se não tiver certeza, vá caçar em outra direção. A reserva fica a oeste. Vá para leste, norte, sul… qualquer lado. Não quero quebrar nossa palavra,” explicou Carlisle. Ele olhou para Edward. “O que você conseguiu perceber dos pensamentos deles?”

“Eles não confiam em nós, mas respeitam nossa dieta,” disse Edward. “Ephraim tinha imagens de um massacre… algo que aconteceu com os ancestrais deles por causa de um vampiro.”

Emmett sorriu de lado.

“Eles sabiam que poderíamos vencê-los facilmente,” continuou Edward.

Carlisle trocou um olhar com Esme, incomodado com a ideia de violência.

“Eles também ficaram surpresos com nossos olhos,” concluiu Edward.

“Não os culpo,” disse Carlisle. “Se alguém como nós tivesse matado pessoas da família deles… seria difícil confiar. Eu respeito o fato de terem aceitado o acordo.”

“E se eles atacarem depois?” perguntou Emmett.

“Eles não vão,” disse Carlisle, olhando para Edward, que confirmou com um leve movimento de cabeça.

“Eles querem evitar conflito,” explicou Edward. “Mas acreditam que vampiros não têm moral.”

“Eles são imortais?” perguntou Esme.

“Só enquanto estivermos por perto,” respondeu Edward. “Eles só se transformam quando nós estamos próximos.”

Carlisle absorvia cada palavra como um estudioso.

“Isso é incrível,” disse ele.

“E se atacarem quando estivermos sozinhos?” insistiu Emmett.

“Não vão,” disse Carlisle. “Mas é melhor caçar em dupla.”

Esme assentiu.

Emmett suspirou e abraçou Rosalie.

“Você está louco para anotar tudo isso, não está?” disse Edward.

Carlisle sorriu. “Sim.”

“Lobisomens no quintal,” disse Emmett rindo.

“Nunca imaginaria isso quando era humana,” disse Rosalie.

“Múmias são reais?” perguntou Emmett.

Carlisle riu. “Sim, mas não andam por aí.”

Ele mencionou o clã egípcio.

Esme sorriu. “Quero conhecê-los.”

Carlisle assentiu.

Ele então falou sobre os Volturi.

Esme observava seu olhar distante.

Ela tocou sua mão.

Carlisle voltou a si e sorriu para ela.

A família ficou em silêncio por alguns minutos.

“Vai chover ou nevar?” perguntou Carlisle.

Edward respondeu que o céu parecia limpo.

Carlisle olhou para Esme. “Não quero deixar o teto aberto da casa deles. Quer voltar a trabalhar?”

“Podemos parar por hoje,” disse Esme. “Mas amanhã quero todo mundo trabalhando.”

“Claro,” disse Emmett.

Rosalie assentiu.

Edward também.

“Eu trabalho de manhã,” disse Carlisle.

“Quando voltar, já teremos feito bastante,” disse Esme.

“Só não destruam essa também,” provocou Edward.

Rosalie revirou os olhos. “Com ciúmes?”

“Nem um pouco.”

Carlisle sorriu para Esme.

“Eu ainda estou com fome,” disse Emmett. “Minha garganta está queimando.”

“Vamos,” disse Rosalie, puxando-o.

“Eu vou também,” disse Edward.

Rosalie quase rosnou.

“Ou não,” disse ele.

Eles trocaram um sorriso.

“Vou escrever um pouco,” disse Carlisle.

“Vou estudar,” disse Edward.

“Até mais!” gritou Emmett.

Esme riu. “Eles estão apaixonados.”

“Eu nunca achei que Rosalie encontraria alguém assim,” disse Edward.

Esme lançou um olhar de reprovação.

“Vai estudar,” disse Carlisle.

Edward subiu.

“Eu preciso escrever tudo isso,” disse Carlisle.

Ele finalmente puxou Esme e a beijou.

Ela sorriu, provocando-o levemente.

“Eu adoro fazer isso com você,” sussurrou.

Carlisle riu.

“Vai escrever,” disse ela.

Ele a abraçou.

“Depois…” ela sorriu, “podemos destruir algumas paredes também.”

Carlisle riu.

“Escrever pode esperar.”

“Não,” disse ela. “Vai lá.”

Ele hesitou… e foi.

Ela entrou no quarto.

Virou-se… deixou o tecido cair levemente do ombro… sorriu… e fechou a porta.

Carlisle riu sozinho.

Entrou no escritório.

Abriu seu diário.

Tentou escrever.

Mas não conseguia parar de pensar nela.

Fechou o livro.

E foi até o quarto.

Esme sorriu.

Carlisle se aproximou.

Beijou-a.

Ela suspirou.

“Você não precisava vir tão cedo,” disse ela.

“Precisava sim,” disse ele. “Nada vem antes de você.”

Ela sorriu.

Segurou seu rosto.

“I love you.”

“I love you too.”

E naquele momento… nada mais importava.

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