localização atual: Novela Mágica Outras Amor Imortal: A Escolha de Carlisle Capítulo 34 — Amor Verdadeiro

《Amor Imortal: A Escolha de Carlisle》Capítulo 34 — Amor Verdadeiro

Carlisle, Esme, Edward e Rosalie passaram vários dias deliberando sobre qual seria o próximo destino. Carlisle deu sua opinião com base em suas viagens anteriores pelo país, e Edward e Rosalie encontraram uma escola no Tennessee que ambos queriam frequentar. Esme não se opunha muito a nenhum lugar, então basicamente ouviu todos antes de formar sua própria opinião.

"Eu acho que, se eles vão ficar felizes estudando lá, pode ser um bom lugar para viver," disse Esme a Carlisle. "O que você acha?"

Os dois estavam sentados juntos à beira de um pequeno lago, enquanto o sol se punha sobre Rochester. Carlisle estava encostado confortavelmente em uma árvore alta, e Esme sentava entre suas pernas, apoiada em seu peito. De vez em quando, folhas vermelhas e amarelas caíam ao redor deles, arrancando pequenos sorrisos de Esme enquanto ela as afastava com a mão.

"Pode ser um pouco mais difícil evitar a luz, já que o clima é bem diferente, mas acho que conseguimos dar um jeito," disse ele. "Eu quero que os dois sejam felizes e sintam que têm voz na decisão. Além disso, uma mudança de cenário pode ser boa."

Ele olhou para as cores do outono acima deles.

"Eu não sei sobre essa parte da mudança de cenário," disse Esme com uma risadinha. "Aqui no norte é lindo, especialmente nesta época do ano."

"Podemos ficar no norte," respondeu Carlisle, tirando uma folha de seus cabelos.

Ela sorriu e puxou suavemente os braços dele para envolvê-la. "Não, não," disse, balançando a cabeça. "Acho que devemos ir para onde Edward e Rosalie querem. Talvez eles fiquem mais tranquilos quando estiverem ocupados com os estudos, em vez de brigarem o tempo todo."

Carlisle riu baixo e beijou sua bochecha. "Então acabou o sonho de um romance entre eles."

"Eles parecem mais irmãos do que um casal," disse Esme. "Mas ainda assim, eles têm um ao outro… e têm a nós. Rosalie não foi embora, então deve estar, no mínimo, satisfeita com nossa vida."

Ele assentiu. "Eu queria fazer algo por Rosalie… conquistar a confiança dela."

Esme se virou um pouco para encará-lo. "Ela vai se aproximar de você, tenho certeza."

Carlisle olhou para baixo e depois para ela, sorrindo levemente. "Acho que ela ainda me culpa demais por tê-la transformado."

"Ela vai superar isso." Esme fez um biquinho e ele se inclinou para beijá-la.

"Se você diz," disse ele, rindo.

"Ela é uma mulher forte tentando se manter firme," explicou Esme. "E, para ser sincera, acho que ela ainda tem ressentimento contra todos os homens… depois do que passou. Mas isso vai cicatrizar com o tempo."

Carlisle assentiu. "Ela tem todo o direito de se sentir assim. Assim como você teria tido, se tivesse despertado com sentimentos ruins em relação a mim."

Esme nem conseguia imaginar isso. "Carlisle, você foi literalmente um sonho realizado."

"Eu acho que sou o pesadelo da Rosalie," disse ele, rindo, puxando-a para mais perto.

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Ela entrelaçou os dedos com os dele e suspirou. "Eu amo assistir ao pôr do sol com você."

Carlisle beijou sua bochecha novamente, observando o leve brilho de sua pele sob a luz do sol. Ele absorveu cada detalhe dela, cada traço, cada aroma.

"Obrigado por ter ido comigo," disse ele.

Esme se inclinou para olhá-lo. "Para Londres?"

Ele assentiu.

"Não precisa me agradecer," disse ela sorrindo. "Eu que deveria te agradecer por me mostrar algo tão importante para você."

Carlisle sorriu de boca fechada, com os olhos levemente marejados. Esme percebeu e se virou completamente para ele, ajoelhando-se à sua frente. Ele apoiou a cabeça na árvore e a encarou.

Ela levou a mão ao rosto dele, acariciando suavemente sua bochecha. Carlisle segurou sua mão e beijou os dedos dela, antes que ela passasse os dedos por seus cabelos.

"Eu só…" Carlisle hesitou. "Eu não sei como vivi tanto tempo sem você. Na época, eu não sabia o que estava perdendo… mas agora sei. E não consigo imaginar um único dia sem você."

Esme sorriu, mas ficou séria ao perceber a intensidade das palavras dele. Sentiu novamente aquele aperto no peito — o mesmo que sentira em Londres ao imaginar sua solidão.

Carlisle percebeu.

"Eu acho que só agora comecei a entender o que você sentiu naquela noite," disse ele. "Ter você lá comigo… ver onde eu cresci… isso significou tudo."

"Eu iria até o fim do mundo por você, Carlisle," disse Esme. "Eu morreria por você."

Ele balançou a cabeça. "A primeira parte está bem. A segunda, não."

"Mas é verdade."

"Eu sei," disse ele, sorrindo antes de suspirar. Ele puxou o rosto dela e a beijou longamente.

Depois, a envolveu novamente em seus braços. Os dois ficaram em silêncio até o sol desaparecer completamente.

"Eu ficaria aqui a noite inteira," disse Carlisle. "Mas acho melhor voltarmos e contar a eles sobre o Tennessee."

Esme suspirou e assentiu. Levantou-se e o ajudou a levantar. De mãos dadas, caminharam de volta para casa.

Edward olhou para Carlisle.

"Chegou algo para você enquanto estavam fora."

Carlisle entrou com Esme e fechou a porta.

"O que é?"

"Uma grande cruz de madeira."

Carlisle ficou imóvel.

Olhou para Esme.

Rosalie entrou pela porta dos fundos, ouvindo a conversa.

Esme sorriu. "Achei que era o mínimo que eu podia fazer."

"Você mandou trazer isso para cá?" perguntou ele.

Ela deu de ombros. "Eu sabia que você queria."

"Como?"

"Tenho meus métodos," disse ela, rindo baixo.

"Está lá fora," disse Edward.

Carlisle saiu rapidamente, seguido pelos outros.

"O que é isso?" perguntou Edward.

"Um carro," respondeu Rosalie sarcasticamente.

Carlisle colocou a mão na cruz com cuidado, como se fosse frágil.

"Isso era do meu pai," disse ele.

"Do seu pai?" perguntou Rosalie.

"Sim."

"Quantos anos tem?"

"Uns trezentos… mais ou menos."

Edward e Rosalie ficaram surpresos.

Carlisle olhou para Esme.

"Não acredito que você fez isso por mim."

Ela deu de ombros. "Achei que nunca conseguiria retribuir o que você fez por mim…"

"Isso é muito maior do que qualquer coisa," disse Carlisle. "Isso me traz conforto… me faz lembrar que talvez ele esteja lá em cima."

Ele olhou para o céu.

Rosalie observou os dois — a forma como se olhavam, o respeito, o amor.

Pela primeira vez… ela acreditou que o amor verdadeiro existia.

Carlisle segurou o rosto de Esme e a beijou longamente.

Rosalie sorriu.

Edward também.

"Ah… e sobre a mudança," disse Carlisle, um pouco sem jeito. "Estamos pensando em ir para o Tennessee."

Ele colocou o braço ao redor de Esme.

Edward e Rosalie trocaram um olhar.

Ambos concordaram.

"Mal posso esperar para sair daqui," disse Rosalie. "Nunca mais volto para Rochester."

"Isso pode levar um tempo," disse Edward.

Ela suspirou. "Tennessee não pode chegar rápido o suficiente."

Seus olhos voltaram para Carlisle.

"Quando vamos?"

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