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《Amor Imortal: A Escolha de Carlisle》Capítulo 20 — Ilha Esme

— Tem certeza de que ele vai ficar bem? — perguntou Esme, olhando ao redor para a cidade cada vez maior do Brasil.

— Edward? — perguntou Carlisle, pegando sua mão para guiá-la em direção à água.

Ela assentiu.

— Sim.

— Ele vai ficar bem — respondeu com um sorriso. — Não vamos ficar fora por muito tempo.

Esme sorriu e olhou para o céu noturno.

— Dizem que aqui faz muito sol… como vamos nos esconder?

Ele sorriu de lado.

— Você não precisa se preocupar com isso. Estamos prestes a sair daqui.

— Sair? — ela perguntou, observando o lugar ao redor, completamente diferente de tudo que já tinha visto.

Carlisle sorriu.

— Prometo que você não vai se decepcionar.

O tom de voz dele fez com que ela estremecesse… e sorrisse. O mistério só aumentava a expectativa.

— Está bem — respondeu animada.

Carlisle a puxou para um beijo nas ruas quase vazias, antes de guiá-la até um pequeno cais.

Os olhos de Esme percorreram o lugar antes que ele indicasse o barco.

Ela arregalou os olhos.

— Um barco? É seu?

Carlisle riu.

— É nosso, Sra. Cullen.

Ela sorriu ao ouvir o novo nome.

— Você é o primeiro a dizer isso em voz alta.

Ele a puxou para outro beijo longo.

— Se continuar assim, a gente nunca vai chegar — disse ela, rindo.

Carlisle sorriu e a ajudou a subir, iniciando a viagem pelo mar.

Durante o caminho, mostrou golfinhos brincando nas ondas.

Esme observava tudo encantada.

Era… lindo demais.

Ela o abraçou por trás.

— Para onde você está me levando?

— Estamos quase lá — respondeu ele.

— Você sabe guardar segredo — disse ela, beijando seu rosto.

— Aguenta mais dez minutos?

— Claro.

Ele virou o rosto.

— Você pode continuar aí, se quiser.

Ela sorriu e voltou a abraçá-lo, apoiando o queixo em seu ombro.

Quando a ilha apareceu, Esme ficou sem palavras.

Uma casa.

Penhascos.

Palmeiras por toda parte.

Parecia um sonho.

Era mais bonito do que qualquer coisa que ela já imaginou.

Carlisle atracou o barco e pulou primeiro.

Estendeu a mão para ela.

— Onde estamos? — perguntou Esme, maravilhada.

Carlisle sorriu.

— Isso é seu.

Ela não entendeu.

— Meu?

— Tudo isso.

Ela riu, confusa.

— O quê?

— A ilha.

Ela parou.

— Você está falando sério?

Ele assentiu.

— É seu presente de casamento.

Esme ficou em choque.

— Como…?

— Duzentos e cinquenta anos economizando ajudam — disse ele, rindo.

Ela balançou a cabeça.

— Eu não mereço isso…

Carlisle a olhou, confuso.

— Você merece muito mais.

Ela não conseguia acreditar.

— Vampiros podem desmaiar?

Ele riu.

— Eu estou falando sério.

Ela se emocionou.

Antes…

Ela era apenas uma mulher comum.

Sozinha.

Machucada.

Agora…

O homem que ela amava dizia que ela merecia o mundo.

Sem pensar, ela o puxou e o beijou com força.

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Carlisle se surpreendeu… mas correspondeu.

— Eu não acredito que você fez isso…

Ela o beijou de novo.

Um som rasgando interrompeu tudo.

Ela se afastou.

A camisa dele… rasgada.

— Fui eu?

Carlisle riu.

— Só uma camisa.

Ela levou a mão à boca.

— Eu sinto muito…

— Você derruba árvores… lembra?

Ele sorriu e a guiou até a casa.

Ao entrar, Esme ficou ainda mais impressionada.

Tudo era perfeito.

Luxuoso.

Aberto.

Com vista para o mar.

— Isso é… surreal.

Carlisle sorriu.

— Amanhã será ainda melhor.

— E o sol?

Ele riu.

— Só estamos nós dois aqui.

Ela sorriu.

Estava sozinha… com ele.

— Não esqueça — disse ele — tudo isso é seu.

— E eu sou sua — respondeu ela, rindo.

— Como eu tive tanta sorte?

Ela apenas sorriu.

Eles se beijaram novamente.

Mas ele parou.

O toque dela na pele exposta…

Fez tudo mudar.

Ela olhou para a cama.

Respirou fundo.

Ansiosa.

— Quer dar uma volta? — perguntou ele, tentando aliviar o momento.

— Amanhã… — respondeu ela.

Ela estava dividida.

Desejo.

Medo.

Mas sabia…

Carlisle não era Charles.

Ela o beijou.

Dessa vez… sem dúvidas.

O corpo dela relaxou.

Ele também.

A respiração dela acelerou.

O toque dele… apagava o passado.

Ele abriu lentamente o vestido dela.

Ela suspirou.

— Eu fico um pouco insegura…

— Você é linda — disse ele.

— Eu quero você — respondeu ela.

Ele hesitou…

Mas decidiu seguir.

Ela confiava nele.

Completamente.

Eles se entregaram.

Sem medo.

Sem passado.

O tempo deixou de existir.

Quando o sol começou a nascer…

Eles ainda estavam juntos.

Carlisle a observou.

Esperando.

Inseguro.

Ela sorriu.

— Como isso é possível?

Ele sorriu de volta.

— Acho que não precisamos entender agora.

Ela concordou.

Eles tinham tempo.

Muito tempo.

E, pela primeira vez…

Carlisle deixou de pensar.

E apenas… viveu.

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