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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 74 — Os Dois Morando Juntos? Eu Vi Com os Meus Olhos

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Mas Rafaela fez uma expressão de pesar:

"O Rafael com certeza está muito apaixonado pela Thea. Foi ao leilão por ela, e foi quebrando os próprios princípios uma vez atrás da outra."

"No jantar de boas-vindas, a Thea só tinha torcido o tornozelo, e ele largou todo mundo no meio e foi embora com ela no colo."

"E agora, foi exatamente igual. Mesmo com a Thea sendo uma ladra pega em flagrante."

Rafaela disse isso e começou a enxugar lágrimas:

"Mas eu sou a namorada dele. Foi o que ele disse quando me trouxe pra cá."

"Mas desde que a Thea chegou na cidade, ele a levou pra casa e agora eles estão morando juntos..."

Valentina, que estava achando Rafaela irritante como uma mosca, de repente virou a cabeça.

"O que você disse? Eles estão morando juntos?"

Rafaela com os olhos cheios de lágrimas, claramente destruída:

"É, estão morando juntos. E são... íntimos. Eu vi com os meus olhos."

Valentina balançou levemente.

Ela queria se convencer de que aquilo não era verdade, mas lembrou da noite no hotel.

Por mais tarde que fosse, Rafael não saiu do quarto de Serena.

Vendo o rosto de Valentina ficando cada vez mais pálido, Rafaela sentiu um prazer amargo e satisfeito por dentro. Mas continuou:

"O que a Thea tem de bom? O diploma é falso, a tese também. E ela foi casada, tem dois filhos com o ex-marido."

"O que?" Valentina agarrou o pulso de Rafaela de repente.

Rafaela sentiu a dor, mas a satisfação por dentro era grande:

"A Thea tem gêmeos. O marido morreu e ela ficou sem sustento. Claro que precisa de um homem pra bancar."

Rafaela prendeu o olhar no de Valentina, e disse devagar, palavra por palavra:

"Ela está usando o Rafael como um banco andante."

No segundo seguinte, Valentina a empurrou para longe.

Os olhos dela estavam gelados: "Entendi."

Ela virou e foi embora.

Rafaela olhou para as costas de Valentina indo embora, e teve a sensação de que a Valentina daquele momento era diferente da de antes.

Não importava, o plano tinha funcionado. Rafaela curvou os lábios.

Ela abaixou os olhos para o pulso vermelho, resmungou por dentro, e também desapareceu no corredor.

Enquanto isso, Rafael tinha saído do prédio com Serena e estava caminhando em direção ao centro de urgências no bloco ao lado.

Foi então que Nina veio correndo.

"Sr. Duarte, vim trazer o medicamento da senhorita." Ela tirou o remédio rapidamente.

Rafael deixou Serena recostada no próprio peito, pegou o comprimido e colocou na boca dela, depois deu água.

Ela estava quieta no peito dele, sem reação.

Rafael ficou levemente inquieto. Ele perguntou para Nina:

"O que ela tem? Esse remédio vai funcionar?"

O centro de urgências estava a vinte metros. Ele poderia levá-la para um exame completo.

Mas Rafael sabia que Serena não ia querer.

"Sr. Duarte, esse remédio funciona muito bem. Ela descansa um pouco e melhora." Nina claramente desviou da primeira pergunta.

Rafael não insistiu. Mandou Nina embora e levou Serena para a sala de descanso dele.

Depois de um bom tempo, a mulher nos braços dele finalmente abriu os olhos.

Rafael perguntou: "Quer ir para casa?"

"Cadê o meu Fogo do Centro da Terra?" Serena perguntou.

"Trouxe." Rafael franziu o cenho. "Vai preparar o remédio?"

"Tenho que ir. Senão não dá mais tempo." Serena sabia que cada dia que passasse sem o medicamento, ela pioraria mais.

"Você aguenta?" Rafael perguntou. "Precisa de ajuda?"

"Não precisa. O remédio da Nina faz efeito. E além disso, depois do que aconteceu na reunião, duvido que alguém queira me ajudar de verdade."

Serena olhou para Rafael: "Por que você me defendeu? Nem suspeitou de mim?"

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