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《O Monumento do Amor》Capítulo 7

Ele disse:

"Isadora, estamos juntos há sete anos... Você lembra do que sussurrou no meu ouvido na noite em que começamos?

Você disse que me amava muito, que me amaria para todo o sempre.

Disse que, a cada dia que passássemos de mãos dadas, seu amor por mim cresceria um pouco mais."

Encarando os olhos dele, transbordando pânico, eu comecei a soltar os dedos dele do meu pulso, um por um.

"Gustavo, não importa se são sete anos ou se fossem setenta. Eu seria capaz de te largar hoje da mesma forma, sem nenhum peso na consciência.

De agora em diante, é melhor você parar de levar a sério as palavras românticas que uma mulher diz casualmente."

Ao ouvir minha última frase, a mão de Gustavo, que tentava me reter, finalmente caiu.

Ignorando o tremor de amargura em seu peito, ele forçou um sorriso amargo com os olhos marejados:

"Fique tranquila, Isadora. Você não é nem de longe tão importante quanto imagina."

Dito isso, ele comprou a passagem para o próximo voo ali mesmo, na minha frente, e saiu do restaurante antes de mim.

Ao ver as costas dele desaparecerem, soltei um suspiro de alívio que veio do fundo da alma.

O tempo passou rápido e a segunda-feira chegou.

Assumi oficialmente meu cargo na nova empresa, dando início a uma vida e um trabalho totalmente novos.

Aquela sensação de perda e decepção, que eu julgava ser impossível de superar, foi sendo pacificada pelo tempo e pelo carinho da família e dos amigos, até ser esquecida.

Se eu tivesse que apontar algo de ruim na minha vida atual, seria apenas o cansaço excessivo, que às vezes me causava uma leve paranoia.

Ocasionalmente, tinha a estranha sensação de estar sendo observada de algum lugar sombrio.

Um mês depois, em uma noite comum de fim de semana.

Fui a um encontro em um camarote privado com minhas amigas e alguns parentes e conhecidos que elas trouxeram.

Após um tempo de diversão, como não sou boa com bebidas, me ofereci para ir até a conveniência do local buscar mais petiscos para o grupo.

Não esperava que Thiago me seguisse.

Ele é primo da Camila.

Na época do colégio, eu ia muito à casa dela estudar, e o Thiago morava logo ao lado.

Por um tempo, cheguei a dar aulas particulares de matemática para ele.

Antes que eu pudesse falar, o jovem alto e elegante tomou a iniciativa:

"Ouvi dizer que você voltou para ficar."

Pisquei os olhos e, como fazíamos na juventude, dei um leve peteleco na testa dele:

"Ei, como é que eu voltei e ainda não ouvi você me chamar de 'Irmã'? Cuidado, ou vou reclamar com seus pais na próxima vez que os vir."

Thiago pareceu recordar momentos engraçados do passado. Ele baixou a cabeça com um sorriso e fixou o olhar em mim, brilhando:

"Isa, você..."

Antes que ele terminasse a frase, senti uma dor aguda no pulso e fui puxada violentamente para trás por uma força bruta!

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Contudo, não cheguei a cair no chão; fui amparada por um peito masculino que um dia me foi o mais familiar de todos.

"Gustavo? O que você está fazendo aqui?"

Pelos meus cálculos, ele deveria estar em Paris com a Luna, desfrutando do romance e da doçura de uma viagem de negócios.

Diante da minha pergunta surpresa, Gustavo mantinha a expressão gélida.

"Isadora, eu te dei um mês inteiro. Por mais brava que estivesse ou por mais que quisesse fazer birra, a essa altura sua raiva já deveria ter passado."

Dito isso, ele lançou um olhar frio e arrogante para Thiago, como quem marca território.

Um segundo antes de eu gritar que ele era um louco, Luna apareceu.

Ela segurava dois cones de sorvete. Num momento em que Gustavo não via, ela revirou os olhos para mim com desdém, para logo em seguida estampar um sorriso falso e cínico:

"Isa! O Guto contratou detetives particulares para te proteger durante todo este mês. Ele realmente não vive sem você. Seja compreensiva, tome este sorvete e perdoe os erros do passado do Guto e da Luna, sim?"

Houve um curto silêncio.

Sorri para Gustavo:

"Me solte primeiro. Vamos achar um lugar calmo para conversar direito."

Ao ouvir isso, um brilho de alegria passou pelos olhos de Gustavo, e ele imediatamente afrouxou o aperto.

No entanto, no segundo seguinte, tomei uma atitude que pegou todos de surpresa.

"Aaaah!..."

Arranquei os sorvetes da mão dela e os esfreguei sem dó naquela cara cínica. O grito agudo de Luna atraiu a atenção de todos ao redor. 

Ver Luna com um cone na testa e outro no olho esquerdo, gritando de forma ridícula, fez vários curiosos caírem na gargalhada.

E não parou por aí.

Limpei os restos de casquinha das mãos. Eu, que na juventude vivia levando bronca por me meter em brigas, segurei com indiferença os longos cabelos de Luna antes que ela pudesse se jogar nos braços de 

Gustavo em busca de consolo.

"Luna, seus olhos estavam tendo um tique agoniado agora há pouco? Para quem você estava revirando os olhos, hein?"

Sem dar chance para ela responder, diante do olhar de terror e choque dela, desferi uma sequência de cinco ou seis bofetadas sonoras, de direita e esquerda!

O rosto de Luna ficou inchado e vermelho, e o nariz começou a sangrar.

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