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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 63 — Dez Mil por Minuto

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Valentina costumava ter muita paciência. Em muitos experimentos, ela repetia o processo vezes e mais vezes até atingir a perfeição.

Mas agora, sem nenhuma resposta de Serena, a paciência começou a se desgastar.

Mais cinco minutos. Ela franziu levemente o cenho e ligou para Serena.

A chamada tocou oito vezes antes de ser atendida.

Do outro lado chegou uma voz ligeiramente preguiçosa: "Quem é?"

"Sou Valentina Viana." A voz de Valentina era neutra: "Quanto tempo mais a senhorita Thea precisa para se preparar?"

Serena bocejou: "O quê?"

Valentina segurou a irritação com delicadeza: "Você deve ter visto a mensagem. Estou esperando há vinte e cinco minutos. Meu tempo é bastante valioso."

Serena não conseguiu segurar o riso ao ouvir aquilo. Respondeu com toda a leveza:

"Ah, então aquela mensagem não era spam?"

Valentina engasgou. A frase ficou presa bem no meio da garganta.

Mas ela manteve a compostura de moça bem educada: "Então, você pode descer agora?"

"Não posso." Serena disse. "Vou dormir. E estou ocupada. Se quiser me ver, marque hora com antecedência."

Valentina finalmente começou a perder o fio da meada. Ela se levantou: "Tudo bem, então eu mesma vou ao seu quarto."

E desligou.

Serena estava passando hidratante no rosto. Nem olhou para o celular. Ficou dando leves tapinhas nas bochechas diante do espelho.

A pele dela era boa, especialmente depois do banho, com um rosado suave nas maçãs do rosto, como se tivesse um brilho de dentro para fora.

O medicamento tinha chegado às mãos. Quando voltasse para a cidade, ela precisava se fechar para preparar o composto.

Nesse próximo ano, pelo menos ela voltaria ao estado de antes.

Naquele momento bateram na porta.

Serena levantou uma sobrancelha e foi abrir.

Valentina apareceu na porta impecável, nem um fio de cabelo fora do lugar, como se estivesse pronta para uma festa.

Serena estava com o roupão largo do hotel, o cabelo solto, e uma preguiça absoluta no rosto.

"Conversar comigo é caro." Serena disse com aquela calma dela: "Dez mil por minuto. Quantos minutos você quer marcar, Valentina?"

Valentina nunca tinha encontrado nada parecido com aquela abordagem. O desprezo por Serena dentro dela subiu mais alguns degraus.

Aquela mulher, tirando a aparência, não tinha nada.

"Cinco minutos." Ela segurou a compostura com esforço.

Serena acenou, pegou o celular e abriu o QR Code de recebimento: "Paga primeiro. Obrigada."

Valentina ficou genuinamente admirada com a operação.

Respirou fundo, pegou o celular e transferiu cinquenta mil sem dizer uma palavra.

Serena abriu o cronômetro e balançou na frente de Valentina:

"Sou justa com todo mundo. Pode falar o motivo da visita."

Ela foi sentar no sofá e ficou esperando com os olhos levantados para Valentina.

Valentina ficou de pé diante do sofá, sem nenhuma intenção de sentar, como se algo ali não fosse do agrado dela.

O olhar varou o quarto, e ela encontrou a caixa de sândalo largada casualmente na escrivaninha do lado.

Um fogo subiu por dentro dela.

Serena tinha alguma ideia do valor do que estava ali dentro?

Um item tão raro, e ela estava deixando jogado daquele jeito. Para uma farmacologista, era o maior insulto possível.

"Vim falar sobre o Fogo do Centro da Terra." Valentina fez um esforço para se manter serena: "Me diz um valor. Quanto você aceita para me vender?"

Ela conhecia o jeito de Serena. Já tinha cobrado cinquenta mil por uma conversa.

Não sabia como Serena tinha convencido Rafael a arrematar aquilo por ela.

Mas se ela oferecesse cem milhões, mesmo com prejuízo, Serena com certeza toparia vender.

Afinal, os trezentos milhões tinham saído do bolso de Rafael.

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