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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 61 — Você Não Me Deve Uma Compensação?

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Rafael disfarçou com uma leve tosse: "Tem mais alguma coisa que você queira?"

Serena balançou a cabeça e pegou a caixa com um carinho de quem não quer soltar: "Só esse."

Rafael olhou para ela assim, e um pensamento atravessou a cabeça dele.

Entre os participantes do leilão, a T não tinha aparecido.

Por quê? Ela teria vindo e simplesmente não concorrido?

Rafael abaixou os olhos para Serena, que estava mexendo na caixinha com aquele jeito encantado.

Um pensamento absurdo piscou na cabeça dele. E se a famosa T da Aliança fosse Serena?

A T tinha surgido do nada oito anos atrás e ajudou a Aliança a rastrear o responsável por um atentado que tinha sacudido o mundo inteiro.

Depois disso, com técnicas de hacker que beiravam o sobrenatural, a T tinha contribuído para o fechamento de vários casos graves dentro da Aliança.

Até que desapareceu seis anos atrás. Ficou três anos sem aparecer.

Quando reapareceu, foi novamente num momento decisivo.

Um arquivo ultrassecreto da Aliança Médica tinha sido roubado, e foi a T que virou o jogo.

Até o próprio Dido uma vez tinha sido perseguido, e foi a T que mandou um mapa no momento certo e o fez escapar.

Podia-se dizer que, dentro das ramificações da Aliança, o presidente da Aliança Hacker era o topo, mas a T era a lenda.

Ninguém queria se meter com uma figura assim. Afinal, a rede de contatos dela era enorme. Quem sabia o que poderia acontecer a quem a contrariasse.

Rafael sempre tinha tido intenção de trazê-la para o seu lado.

Se Serena fosse a T... Ele olhou para ela com um olhar que foi ficando cada vez mais fundo.

Quanto mais perto chegava dessa mulher, mais segredos ela parecia ter.

A curiosidade dele por ela não fazia nada a não ser aumentar.

O som do leiloeiro lá embaixo interrompeu o silêncio entre os dois.

Serena ouviu os lances distraída, ergueu os olhos e perguntou para Rafael:

"Sr. Duarte, quanto você pagou? Vou te transferir."

Rafael mostrou três dedos.

Serena piscou: "Trinta milhões?"

Ela ficou confusa. Não devia ter ninguém que ousasse disputar publicamente com ela.

Rafael ouviu o número que Serena chutou e os cantos da boca se curvaram sozinhos.

Ele se inclinou para ela e ergueu o queixo dela: "Trezentos milhões. Com tanto dinheiro assim, você não me deve uma compensação? Hm, Sere?"

Serena não prestou atenção nenhuma no apelido novo que Rafael tinha usado.

A atenção dela foi toda capturada pelos

trezentos milhões.

Ela perguntou chocada: "Como chegou a esse valor?"

Rafael a puxou de volta para o colo dele, deixando a cabeça dela pousar no peito, e com os dedos compridos foi clicando no computador na mesinha.

Havia um registro de cada lance. Cada valor que Rafael tinha dado estava ali, detalhado.

Os olhos de Serena foram ficando mais pesados enquanto ela lia.

Então era isso. Muita gente tinha se metido na disputa.

Ela tinha adormecido sem preocupação, primeiro porque tinha avisado publicamente e achava que ninguém se atreveria a disputar, e segundo porque o corpo simplesmente não tinha aguentado mais.

Mas não tinha imaginado que aquele leilão teria sido uma batalha tão sangrenta.

Qualquer momento de hesitação de Rafael, e o medicamento teria acabado nas mãos de outra pessoa.

Com esse pensamento, Serena olhou para Rafael com seriedade: "Por que você me ajudou?"

"Não foi você que disse que ia morrer sem isso?" Rafael se recostou preguiçosamente na cadeira, a voz com um fio de deboche: "Tenho um pavor de mulher fazendo cena dramática. Se você começasse a chorar e me cobrar, eu não aguentaria."

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