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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 52 — Cara a Cara

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Os olhos de Rafael escureceram num instante, a voz saindo rouca: "Usando a beleza pra arrancar a chave?"

"Talvez funcione." Ele disse, e foi se aproximando para aprofundar o beijo.

Mas os lábios dele levaram uma mordida.

A dor chegou junto com o gosto metálico de sangue.

"Que mulher cruel." Rafael limpou o fio de sangue no canto da boca.

Naquele momento, ouviram um barulho na porta.

Serena e Rafael viraram ao mesmo tempo.

Zara tinha ouvido o movimento lá de cima e subiu para mostrar para a mamãe. Estava com um tiara de princesa, um colarzinho e uma pulseirinha, toda feliz.

"Ui..." A menina chegou à porta e arregalou os olhos diante da cena.

Serena empurrou Rafael rapidinho: "Zarinha, a mamãe estava examinando a boca machucada do tio Rafael."

A menina não pensou demais nisso. Apontou para os próprios enfeites e girou o pulso: "Mamãe, foi o tio Rafael que deu pra Zarinha!"

Serena olhou para os acessórios na filha e os cantos da boca se levantaram sem querer: "Ficou linda, Zarinha!"

Dito isso, foi calçar os sapatos.

Zara tinha o ouvido aguçado. Não prestou atenção no tornozelo de Serena, mas ouviu um tilintar delicado.

"Mamãe, que som bonito! Compraram um sino de vento?" Zara perguntou.

Serena estava desejando fazer coisas horríveis com Rafael naquele momento.

O homem ficou completamente impassível: "É, eu também acho bonito. A Zarinha vai ouvir bastante daqui pra frente."

No fim, Serena não conseguiu tirar a tornozeleira. E assim foi até a véspera do leilão.

O leilão seria no país M. Não era conveniente levar as crianças, então Gabriel ficou como responsável por elas a pedido de Rafael.

Na manhã do dia da viagem, Rafael levou Serena para o aeroporto privado.

Mal entraram no terminal, um grupo vinha do outro lado.

Uma jovem mulher caminhava ao lado de um homem alto, com alguns assistentes atrás.

A mulher Serena tinha visto dias antes. Era Valentina Viana.

E o homem ao lado dela usava uniforme de comandante de voo, com feições marcantes e presença inegável.

Ao ver Rafael, Valentina curvou os lábios num sorriso discreto e foi até eles:

"Rafael, achei que você estava ocupado e não viria ao leilão."

Gabriel tinha dito a ela que Rafael tinha um compromisso.

Valentina nunca tinha passado pela experiência de ser recusada, então "compromisso" ela naturalmente entendeu como trabalho importante nesses dias.

Mas do lado dele havia uma mulher.

Valentina não olhou para Serena. Na verdade, ela simplesmente não se dignava a observar outras mulheres.

Apenas esperou a resposta de Rafael com tranquilidade e compostura.

Rafael respondeu com calma: "Parece que o Gabriel criou um mal-entendido."

Valentina não especulou além disso. Disse com leveza: "Que coincidência então. Que tal ir no avião do meu irmão?"

O homem ao lado dela deu um passo à frente e estendeu a mão para Rafael:

"Sr. Duarte, sou Renato Viana, o quinto irmão da Valentina."

Os sete irmãos Viana tinham nomes que, juntos, formavam uma frase poética clássica sobre enfrentar a vida com leveza, chuva e névoa incluídas.

Renato era o quinto, com vinte e nove anos.

Era o CEO e o comandante mais jovem da companhia aérea Estrela do Céu. Recusou entrar na empresa da família e usou seu próprio capital para investir numa pequena companhia aérea à beira da falência.

Com o próprio esforço, transformou-a em uma das três maiores companhias aéreas do país em cinco anos.

"Obrigado, mas não será necessário." Rafael apertou a mão de Renato com cortesia. "Desculpem, o nosso voo decola em breve."

Em seguida, o braço de Rafael pousou no ombro de Serena: "Vamos."

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