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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 42: Aguenta Só Mais um Pouco, Até a Noite?

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Às cinco da tarde, Rafael Duarte retornou à mansão.

A casa estava em silêncio. Ele se virou para a Sra. Zhang e perguntou: "Não veio ninguém à tarde?"

Aquela mulher havia pedido a senha da porta por mensagem ao meio-dia, como ainda não tinha chegado?

A Sra. Zhang pareceu confusa: "Senhor, não tivemos nenhuma visita."

Rafael franziu levemente as sobrancelhas, mas não disse mais nada, subindo direto as escadas.

Serena Viana, após arrumar suas malas, primeiro pediu a Nina que fosse buscar Zara Viana de carro, e depois foram buscar Henrique Jr. Só então seguiram para a residência dos Duarte.

Ela sabia que Rafael morava sozinho, e que sua família ficava na casa principal, por isso se sentia segura em se mudar para lá.

Durante o caminho, Zara estava muito animada. Sentada no banco de trás, ela perguntou a Henrique Jr.:

"Irmão, a casa do papai é muito grande? Vocês têm bichinhos de estimação?"

Henrique Jr. balançou a cabeça: "Em casa não temos animais."

Momentos depois, ele acrescentou, com um certo constrangimento: "Se você quiser, pode ter. A casa é grande."

Zara ouviu e imediatamente soltou um sorriso, mas seus olhos grandes aos poucos foram tomados por preocupação: "O papai vai gostar de mim?"

"Vai." Henrique Jr. tentou consolar a irmã: "Você é a mais fofa."

Zara começou a brincar lentamente com seus cabelos macios, o coração cheio de ansiedade e expectativa.

Henrique Jr. também estava ansioso. Era a primeira vez que ele iria morar com o pai e a mãe.

Embora a mãe tivesse dito que ir para a casa do pai era por causa daquela ordem de captura...

Mesmo assim, secretamente, ele sentia uma pontinha de felicidade. Talvez, depois de conviverem assim, o pai pudesse gostar da mãe?

Os três chegaram à mansão dos Duarte. Serena digitou a senha e entrou.

Ao vê-la chegando de mãos dadas com as crianças, a Sra. Zhang sentiu uma leve vertigem.

Por que aquilo lhe dava a estranha sensação de que a dona da casa havia voltado com os filhos?

Além disso, aquela menininha parecia ter a mesma idade de Henrique Jr. A expressão curiosa dela lembrava um pouco o senhor quando era pequeno...

Serena largou as malas, pediu a Henrique Jr. que mostrasse os cômodos para Zara, e começou a subir as escadas carregando a mala.

Apesar de pesar menos de cinco quilos, carregá-la a deixou exausta. Chegando ao segundo andar, Serena estava prestes a perguntar à Sra. Zhang qual era seu quarto, quando viu Henrique Jr. apontando em uma direção.

Sem pensar muito, Serena puxou a mala e seguiu.

Mas, mal havia entrado no quarto, ouviu um som vindo do banheiro.

Ela parou imediatamente, mas já era tarde demais.

Rafael saía do banheiro envolto em um roupão. O roupão estava meio aberto, expondo boa parte de sua clavícula e permitindo vislumbrar o contorno definido de seus músculos peitorais.

Seus cabelos curtos ainda estavam molhados. Gotas d'água escorriam das raízes, algumas se unindo e deslizando por seus traços faciais bem definidos.

Passavam pelo nariz reto, alcançavam os lábios... uma imagem inexplicavelmente sensual.

Ao ver Serena, ele meio que cerrou os olhos, e sua voz ganhou um tom de provocação: "A Senhorita Viana acabou de chegar à minha casa e já entrou no quarto errado? Não está sendo um pouco ansiosa demais?"

Dito isso, deu alguns passos à frente, diminuindo a distância entre eles.

Imediatamente, a fragrância fresca de seu sabonete invadiu seu olfato.

Serena não era boba; sabia que aquilo tinha sido proposital de Henrique Jr.

Aquele seu filho mais velho, que normalmente parecia tão comportado... quem diria que também tinha um lado manipulador?

"E se eu disser que entrei no quarto errado, o Sr. Duarte acredita?" Serena perguntou, massageando as têmporas com uma dor de cabeça que surgia.

Seu olhar percorreu o peito de Rafael, tentando ver o estado de sua ferida, mas o roupão a impedia de ver qualquer coisa.

"Acredito. Afinal, essa não é a melhor hora para 'entrar no quarto errado'." Rafael ergueu o queixo de Serena com o dedo, aproximando-se dela aos poucos.

Sua voz grave e magnética ressoou perto de seu ouvido: "Ou... aguenta só mais um pouquinho, até a noite?"

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