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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 31 — Ela É a Lendária Médica Fantasma!

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No país K.

Numa filial da Aliança Médica, alguns homens de farda carregavam expressões pesadas.

"Vice-líder Hao, o líder já está lá dentro há quatro horas. A Aliança mandou reserva de sangue de emergência. Você acha que..."

"Já pedi a um amigo para tentar contatar a Médica Fantasma. Aguardamos."

Hao Wenbin, de rosto endurecido, tinha as veias do pescoço à mostra, claramente só aparentando calma por fora.

"A Médica Fantasma vai vir mesmo?" Um dos homens fardados tinha os olhos marejados. "Não dizem que já se aposentou faz anos? Tem gente que nem acredita que ela existe de verdade..."

"Não sei." Hao Wenbin olhou fixamente para a porta da sala cirúrgica, os olhos todos vermelhos. "Só sei que o nosso Salvation não pode perder a alma."

Naquele instante, a porta se abriu e um médico da Aliança saiu.

"Doutor, o líder..." Hao Wenbin foi logo perguntar.

"A situação é crítica." O médico suspirou. "A bala está a menos de meio centímetro da artéria coronária. Não há garantias de sucesso. E tem também o gás químico..."

Um dos soldados teve os joelhos bambos, a voz trêmula: "Mas não disseram que... a Médica Fantasma vinha?"

"Quem disse isso?" O médico ficou com a expressão alterada. "Nem o presidente da nossa Aliança Médica consegue contato com ela..."

Hao Wenbin ficou confuso: "Eu tinha salvado um amigo uma vez, e ele me contou sobre a Médica Fantasma. Então pedi a ele que tentasse..."

Dito isso, tirou o celular do bolso e olhou.

Os olhos acenderam: "Meu amigo diz que a Médica Fantasma já está a caminho!"

"O quê?" O médico arrancou o celular da mão de Hao Wenbin, leu a mensagem, e o brilho nos olhos era de alívio real: "Aviso o presidente agora mesmo!"

A Médica Fantasma tinha aparecido do nada oito anos atrás. Uma lenda capaz de arrancar vidas das garras da morte.

Mas os rastros dela eram impossíveis de rastrear, e ela operava sempre do jeito que bem entendia.

O presidente da Aliança tinha tentado convocá-la inúmeras vezes, sem sucesso.

Ninguém sabia nem se era homem ou mulher, velho ou jovem.

Diziam que o círculo dela era de figuras misteriosas e poderosas dos mais variados campos.

No quarto do paciente, todos estavam numa corrida contra o tempo.

Os dados continuavam caindo. Aquelas mentes brilhantes trazidas dos melhores hospitais do mundo, além de conseguir limpar as toxinas do sangue do homem, não tinham mais nada a oferecer.

A bala ainda estava quieta ao lado do coração dele, e o sangue em volta continuava escorrendo sob o efeito do veneno.

"Não dá tempo." Alguém murmurou em voz baixa.

Os outros foram ficando em silêncio um por um.

A bala carregava toxina. Sem removê-la era tratar o sintoma, não a causa.

Mas a velocidade de eliminação era menor do que a velocidade de espalhamento do veneno.

E a destruição que ele causava no organismo inteiro.

Os olhos de alguns já tinham ficado vermelhos. Horas de esforço sem conseguir mudar o resultado era um golpe pesado para quem estava acostumado a vencer.

Desistir?

Do lado, os alarmes dos monitores foram ficando cada vez mais agudos.

Bip.

Foi então que a porta da sala cirúrgica se abriu de repente.

Uma pessoa de físico esguio, com máscara e gorro, apenas os olhos à mostra, entrou acompanhada pelo presidente da Aliança e um assistente.

Quando todos viram o desenho de Shura preto na máscara, a sala inteira gelou.

Era a Médica Fantasma.

"Preparem a cirurgia." A voz de Serena saía por um modificador de voz colado à garganta, impossível de identificar como feminina ou masculina.

A voz era concisa e direta: "Preciso de dois assistentes. Os demais saem agora."

Todos entenderam sem precisar de mais explicação. Em segundos, a sala cirúrgica ficou em silêncio.

Serena já tinha lido todos os dados rapidamente.

Em seguida, foi até a maca.

O homem estava de farda, as mãos quietas ao lado do corpo.

Serena franziu o cenho. Aquelas mãos, com aqueles ossos compridos e fortes, tinham algo familiar.

Quando pousou o olhar no rosto do homem, ficou completamente imóvel.

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