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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 11 — A Mãe Não Morreu

"É?" Rafael se inclinou para a frente e puxou o cinto de segurança do lado de Serena.

Com ele tão perto assim, o calor e o cheiro dele foram envolvendo Serena devagar.

"Eu também sou de guardar rancor." Rafael prendeu o olhar nos olhos dela.

O coração de Serena apertou forte quando ele disse isso.

Será que Henrique já tinha contado para Rafael o que viu?

Mas no segundo seguinte, Rafael guardou aquela expressão invasiva e abriu um pouco mais de distância entre os dois.

Puxou o cinto, passou pelo peito de Serena com um movimento circular e encaixou a fivela do lado dela com firmeza.

Que absurdo de homem. Então tinha sido só coincidência, não era nem provocação.

Serena reclamou dentro da própria cabeça.

Que ele era rancoroso ela já sabia fazia tempo.

Rafael ia ao instituto naquele dia mesmo, então levou Serena junto.

No escritório, havia bastante coisa para resolver. O grupo Duarte tinha muitas frentes, e o instituto era só uma delas.

O tempo foi passando sem que ela percebesse, e quando era quase meio-dia, Gabriel entrou trazendo um pacote de entrega: "Sr. Duarte, chegou uma encomenda sem remetente, mas com o seu contato correto."

"Abre." Rafael disse com indiferença.

Gabriel abriu o pacote, e de dentro caiu um saquinho transparente lacrado.

"São dois fios de cabelo." Gabriel olhou, sem entender. "E um bilhete."

Rafael pegou o bilhete e os olhos caíram direto na frase impressa:

"Sr. Duarte, a mãe do seu filho não morreu."

As pupilas de Rafael contraíram num segundo.

Ele instruiu Gabriel: "Descobre agora quem mandou essa encomenda. E manda fazer um exame de DNA com esses cabelos e uma amostra do Henrique."

Em seguida pegou o celular e foi saindo do escritório enquanto discava:

"Bruno, fica em alerta. Reativa a ordem de caçada global."

Rafaela calculou que Rafael já deveria ter recebido o pacote e foi até o escritório dele com vontade de ver a reação dele. Mas chegou lá e não o encontrou.

Foi então que o telefone fixo da mesa de Rafael tocou.

Rafaela olhou ao redor, viu que não tinha ninguém, e foi atender.

Era a escola de Henrique: "Com quem falo, por favor? É responsável pelo Henrique? Seu filho acabou de machucar um colega aqui na escola, pedimos que o senhor ou a senhora venha o quanto antes..."

"Sim, pode deixar." Rafaela desligou com um sorriso nos cantos dos lábios.

Parecia que a armadilha que ela tinha montado de manhã tinha surtido efeito.

Quando chegou à escola, Rafaela já avistou logo de cara as duas crianças que Henrique tinha arranhado, com marcas vermelhas nas mãos, chorando alto.

Os pais das crianças também já estavam lá, e foram direto em cima de Rafaela assim que a viram.

"Me desculpe, me desculpe muito!" O rosto de Rafaela se encheu de uma culpa convincente: "Nosso Henrique é muito mal-educado, vou mandar ele pedir desculpas agora mesmo. E as despesas médicas ficam por nossa conta!"

Dito isso, virou para Henrique, que estava parado do lado, e disse num tom severo: "Henrique, pede desculpas para os seus colegas agora!"

Henrique ficou com os olhos vermelhos e a boca fechada, o olhar cheio de teimosia: "A culpa foi deles!"

"Tá vendo? Seu filho até agora não reconhece o que fez de errado!" Os pais foram logo reclamar mais.

"Me desculpem, foi falha minha em não educá-lo direito, é por isso que ele ficou assim..." Rafaela voltou a se humilhar publicamente.

Em seguida puxou Henrique para um canto.

Henrique a encarou com um ódio claro nos olhos.

Rafaela não ligou. Só abaixou a voz e riu com maldade:

"Seu pai não tem tempo pra você porque está ocupado tentando matar a sua mamãe. Foi por isso que me mandaram vir aqui no lugar dele."

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