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《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 51 — Fera Oculta da Névoa? Não. Isso é ponto de fofura

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Luna xingou em pensamento e se virou para Rafael:

— Irmão, pega a lista das ervas. Quantas espécies a gente já tem?

Rafael assentiu, tirou da bolsa de couro uma plaquinha de madeira com os nomes das ervas gravados à faca de pedra.

Nela, estavam entalhados os nomes das vinte espécies.

— Ontem a gente colheu Flor de Sangue Rubro, Flor da Vesícula de Dragão e Erva Osso de Tigre. Três espécies. Você também tinha mais três. No total, estamos com seis. Ainda faltam quatorze.

Luna se inclinou para olhar melhor e apontou para três nomes na placa:

Cogumelo Névoa Profunda

,

Erva Tecido de Nuvem

e

Líquen Orvalho Cristalino

.

— Essas três eu tenho.

Ela tirou discretamente as três ervas da manga — na verdade, do espaço — e as entregou a Rafael:

— Guarda isso. E não deixa ninguém ver.

Rafael pegou as ervas, claramente surpreso:

— Como é que você tem isso? Essas três são difíceis demais de achar na Floresta Nebulosa.

— Foi presente do vovô imortal!

Luna respondeu na maior naturalidade, enquanto pensava consigo mesma: como eu vou explicar que meu espaço é praticamente um depósito universal?

— Não pergunta demais. O importante é que agora a gente tem. Mas ainda faltam quatorze, então vamos logo.

Sebastian balançou as nove caudas e se aproximou com um sorriso bonito demais:

— Sua maluquinha, esse seu vovô imortal é realmente incrível. Será que dá pra me apresentar a ele um dia?

— Some daqui! Vovô imortal não recebe raposa galinha como você!

Luna chutou a canela dele e então olhou para Dante.

O rosto dele ainda estava um pouco pálido, e o cansaço aparecia no fundo dos olhos dourados.

Era evidente que o cio ainda não tinha passado totalmente, e ele ainda tinha passado a noite lutando.

O consumo de energia dele devia ter sido brutal.

Luna sentiu um aperto leve no peito e cutucou o sistema em pensamento:

— Larva, me arruma um pouco de água do espaço. Sem ninguém perceber. Quero dar pro dragão apimentado beber e ver se alivia um pouco o cio dele.

【Hospedeira! A fonte espiritual ainda não foi desbloqueada! Só dá pra usar a água comum do rio do espaço!】

Borboleta reclamou.

【Mas a água do rio também acalma o espírito e esfria o corpo. Deve ajudar com esse calor todo dele.】

— Tá bom, tá bom. Menos falação e mais água.

Luna pegou o cantil que o sistema lhe passou discretamente, foi até Dante e enfiou o cantil nas mãos dele:

— Toma. Bebe isso. Mata a sede.

Dante parou por um segundo, sentiu a água fria dentro do cantil e ergueu os olhos para ela.

Os olhos dourados estavam tão macios que quase derretiam:

— Obrigado, Luninha.

Ele bebeu alguns goles.

Quase na mesma hora, o fogo inquieto dentro do corpo dele pareceu ceder um pouco, e até a cor do rosto melhorou.

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— Agradece nada! Bebe logo e anda! A gente ainda tem muito chão pela frente!

Luna respondeu de forma seca e virou o rosto, já saindo na frente, mas por dentro soltou um suspiro de alívio:

Ainda bem. O dragão apimentado não virou peso morto.

O grupo terminou de arrumar tudo.

Até o dragão negro acordou.

Aquele grandalhão entrou se espremendo por todo lado até conseguir se aproximar e esfregou a cabeça no braço de Luna:

— Chefe, onde a gente vai procurar erva hoje? E… ainda tem lata?

— Tem. Mas você só ganha dez latas se ajudar a encontrar erva.

Luna deu dois tapinhas na cabeça dele.

— A gente ia primeiro atrás do Cogumelo Névoa Profunda, que era guardado por uma Fera Oculta da Névoa. Mas como a erva já tá com a gente, agora vamos buscar Erva Geada Condensada, lá nos Penhascos de Gelo. A fera guardiã de lá é a Besta Presa de Gelo.

— Besta Presa de Gelo?

Os olhos do dragão negro brilharam.

— Eu sei onde fica! O nevoeiro gelado que ela cospe é bem congelante, mas comigo isso não pega!

— Ótimo.

Luna assentiu e saiu andando.

— Então vamos! Hoje a gente tem que achar o máximo possível pra completar logo as vinte!

Mal tinham deixado a entrada da caverna para trás—

a névoa ficou mais densa de repente.

No ar, começou a se ouvir um ruído leve, como de coisa roçando:

shhh… shhh…

Lembrava um pouco o som das Vinhas Ocultas da Névoa de ontem—

mas era ainda mais leve, ainda mais furtivo.

— Cuidado!

Adrian virou falcão branco de repente e subiu voando para fazer reconhecimento.

— Cinquenta metros à frente! Tem

Feras Ocultas da Névoa

! No mínimo cinco!

— Feras Ocultas da Névoa?

Os olhos de Luna se iluminaram.

— Perfeito! Matar isso dá ponto de fofura, e ainda pode ser que elas estejam protegendo outra erva!

No instante seguinte, cinco feras do tamanho de gatos saíram da névoa.

O corpo era completamente branco, praticamente misturado com o nevoeiro.

Só os olhos eram negros.

Eram justamente as Feras Ocultas da Névoa.

Elas eram rápidas demais.

Saltaram silenciosamente na direção do grupo, com as garras brilhando de frio.

Era claramente um ataque furtivo.

— Vieram na hora certa!

A loucura feroz de Luna voltou aos olhos.

As vinhas brotaram do chão e prenderam a primeira fera.

— Leonardo! Segura ela! Não mata! Eu quero pegar viva e trocar por ponto!

Leonardo assentiu.

Virou tigre branco e, com uma única patada, pregou a Fera Oculta da Névoa no chão.

O tigre branco a encarou com intensidade suficiente para ela nem conseguir se mexer.

Dante também assumiu a forma de dragão dourado.

A cauda varreu duas das feras e as lançou para longe.

Em seguida, um sopro de fogo passou por cima delas, arrancando gritos agudos:

— Luninha, cuidado com a esquerda!

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Matheus segurava a espada com firmeza. O lobo negro nos olhos parecia afiado como lâmina.

Um único golpe acertou a perna de uma das feras e a deixou sem mobilidade.

Sebastian balançou as nove caudas e lançou algumas lâminas de vento, prendendo a última Fera Oculta da Névoa num canto:

— Sua maluquinha, essas coisinhas são bem ágeis, hein?

— Ágeis ou não, continuam sendo ponto de fofura ambulante!

Luna fez brotar ainda mais vinhas e amarrou as cinco de uma vez.

— Dragão negro! Prende tudo direito pra mim!

O dragão negro assentiu e enrolou todas com as vinhas, apertando até não sobrar espaço.

As cinco feras se debateram, mas não conseguiram escapar.

【Ding! Captura realizada: 5 Feras Ocultas da Névoa. Cada uma vale 200 pontos de fofura. Total: +1000! Pontos atuais: 273650!】

— CARALHO! Só faltam 6350 pra chegar nos trezentos mil!

Os olhos de Luna brilharam de pura felicidade.

Por dentro, ela já fazia festa:

Mais um empurrãozinho e hoje mesmo eu desbloqueio a fonte espiritual!

Foi nesse momento que uma das Feras Ocultas da Névoa capturadas soltou um som agudo, meio choroso:

uuh… uuh…

No meio da névoa, mais uma dezena de figuras apareceu correndo.

Na frente vinha uma fera enorme, quase o dobro do tamanho das outras.

Os olhos eram vermelhos.

Era claramente o

Rei das Feras Ocultas da Névoa

.

— Merda! Tem rei também!

Luna xingou—

mas, por dentro, ficou ainda mais animada.

Se o rei aparecesse, o valor em pontos seria ainda maior.

O rei das Feras Ocultas da Névoa soltou um grito agudo e liderou o bando todo na direção deles.

Era muito mais rápido do que as feras comuns.

As garras vinham cobertas por uma névoa venenosa.

Claramente queria libertar as feras que tinham sido capturadas.

— Luninha, cuidado com a névoa tóxica!

Rafael gritou e cortou com a espada a massa de fumaça venenosa que vinha na direção deles.

— Essa névoa deixa a cabeça tonta!

Luna imediatamente fez brotar folhas largas diante do grupo para filtrar a névoa.

— Leonardo! Segura a atenção do rei! Dante, queima ele com o bafo! Matheus, corta as garras! Sebastian, atrapalha com o vento! Adrian, procura uma brecha pros olhos! Dragão negro, protege o Hao e o Bruno!

— Certo!

Todo mundo se moveu ao mesmo tempo.

Leonardo virou tigre branco e se lançou sobre o rei das Feras Ocultas da Névoa, rasgando o corpo dele com as garras e deixando marcas profundas.

O rei soltou um grito e virou na mesma hora para contra-atacar, levantando as patas envoltas em névoa venenosa.

Dante passou por cima, em forma de dragão dourado.

A cauda esmagou as costas da criatura, e o sopro flamejante cobriu o corpo dela, fazendo o pelo chiar em fumaça.

Matheus encontrou a brecha no mesmo instante.

A espada desceu e cortou uma das patas dianteiras do rei.

A névoa venenosa ao redor se dispersou um pouco.

Sebastian lançou várias lâminas de vento, todas muito bem calculadas, acertando a região dos olhos do rei, que urrava de dor.

 

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Atualizações constantes~ 

Fiquem ligados para os próximos capítulos emocionantes!

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