localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O Amor Que Não Era Público Capítulo 36

《O Amor Que Não Era Público》Capítulo 36

Valentina parou por um instante, os olhos involuntariamente baixaram, não ousando olhar para Leonardo.

Ela não entendia o significado de suas palavras.

Não diga mais? Não diga o quê? Não revele sua verdadeira identidade, continue fingindo ser a Valentina que ele amava?

Ou não mencione mais o que aconteceu no dia do pedido?

Valentina lembrou-se do sonho que tivera ao adormecer, lembrou das palavras da outra Valentina.

Não, não podia deixar de falar.

Ela gentilmente retirou a mão, reuniu coragem e olhou para Leonardo, fitando seus olhos: "Precisamos esclarecer, temos que deixar claro, o que disse naquele dia não foi falso, realmente não sou a Valentina que você conhece."

"Mas também sou Valentina, só que não pertenço a este mundo."

"Eu já havia morrido, não sei por que vim para cá, nem como devolver a Valentina original a você…"

Quanto mais falava, mais confusa ficava, quem queria esclarecer era ela, mas no final ela mesma não conseguia.

Foi então que Leonardo segurou sua mão novamente.

E não foi apenas segurar, mas entrelaçando os dedos.

Valentina olhou para ele, sem entender, e viu seus lábios finos se abrindo: "Enquanto estava com febre dormindo, você falou sem parar, às vezes dizendo 'eu sou você', às vezes dizendo 'não sou você'."

"Embora também não entenda como isso aconteceu, mas você é Valentina, certo? Sua memória tem eu, seus pais, sua irmã, seu irmão, certo?"

Valentina foi guiada por seu raciocínio, acenou: "Certo."

Leonardo continuou: "Naquele dia, você me disse que teve um sonho, na verdade foi algo que viveu?"

Valentina acenou mais seriamente.

"Então trate tudo aquilo como um sonho", Leonardo apertou com força a mão de Valentina, "Não pense mais nisso, tudo bem?"

Valentina ficou atônita, sentindo que algo não estava certo, mas não sabia explicar.

Distraída, Leonardo pegou novamente o anel de diamante: "Da última vez não obtive sua resposta, mas falo sério, e esse sentimento não vai mudar, por favor, pense bem."

Dito isso, colocou o anel na mesa de cabeceira, então ajudou Valentina a deitar novamente, levantou-se e saiu com a bacia.

Talvez por causa da febre, Valentina sentia a cabeça zonza.

Ela se esforçou para organizar os pensamentos em sua mente, mas não conseguiu.

Olhando para o teto, distraída, a porta do quarto se abriu novamente.

Desta vez, era a Sra. Valentina.

Ela se aproximou da cama, com o rosto cheio de preocupação: "Val, está se sentindo bem? Quer ir ao hospital?"

Valentina olhou para ela, e as palavras ditas a Leonardo há pouco não conseguiam sair.

Ela também queria contar à família que não era a Valentina de antes.

Mas não podia negar que ansiava por esse afeto familiar.

Por nunca ter tido, ela desejava o amor dos pais, da irmã, do irmão.

Valentina mordeu os lábios um pouco secos: "Mãe, estou bem… não se preocupe."

A Sra. Valentina suspirou: "Se não fosse Eduardo te procurar, batendo na porta sem resposta, não teríamos descoberto que estava doente."

Sua expressão parecia muito culpada e arrependida.

Mas Valentina nunca vira sua própria mãe com tal sentimento por ela.

Se estivesse em seu mundo original, quem dirá descobrir que estava doente, mesmo se morresse de doença no quarto, ninguém perceberia.

Ecoou novamente em seus ouvidos a frase de "Valentina" do sonho.

"Eu sou você, você é eu, aceite o amor deles, e também serei amada."

O coração de Valentina foi tocado, não resistiu e sentou-se, abraçando a Sra. Valentina: "Mãe, obrigada."

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