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《O Amor Que Eu Não Merecia》Capítulo 7

A pessoa que enviou a mensagem rapidamente percebeu que enviou para o grupo errado e tentou retirar.

Mas já era tarde.

Aquela mensagem foi como uma mina terrestre, até os funcionários mais quietos foram à tona.

As mensagens no grupo disparavam loucamente.

Leonardo, no entanto, parecia ter sido pausado, parado no lugar.

Sua mente zumbiu, um vazio total.

No dia seguinte, os boatos se espalharam completamente pela empresa.

Clara, com relutância, foi trabalhar. No caminho, sentiu olhares apontados, cochichos e desprezo nada discretos.

Na copa, colegas que antes conversavam e riam juntos ficaram em silêncio instantaneamente, depois se dispersaram com sintonia.

Até mesmo alguém falou mais alto propositalmente quando ela passava:

“Intrometendo-se no casamento dos outros, e ainda tem a cara de vir trabalhar? Sabendo que é a amante, a cara-de-pau não é normal.” Clara ficou pálida, tentando se defender com força:

“Eu e o Leo nos conhecemos há muito tempo, claramente foi a Alice que…”

Uma colega mais extrovertida retrucou diretamente, o tom cheio de desdém:

“Conhecer há muito tempo, e daí? Por favor, eles são o casal reconhecido pela lei.”

“Agora você é a amante que destruiu a família dos outros!”

Clara, sem palavras, as lágrimas encheram seus olhos.

Não aguentando mais a humilhação, cobriu o rosto e correu em direção ao escritório do presidente.

Ela abriu a porta do escritório, com voz chorosa procurando consolo:

“Leo, como podem falar assim de mim… eu…”

Antes que terminasse, ela parou, congelada.

Leonardo Vargas estava sentado na cadeira, o rosto sombrio e ameaçador.

A mão segurando os documentos estava cerrada, os nós dos dedos brancos.

Ele parecia não ter dormido a noite toda, procurando meu paradeiro.

Só agora, o homem finalmente entendeu.

Eu não estava de mau humor, nem tentando dar um gelo.

Eu realmente… não o queria mais.

Leonardo sentiu seu coração como se fosse espremido por uma mão invisível.

Torcido com força, uma dor que quase o fazia dobrar.

Ele discou aquele número repetidamente, a resposta era sempre aquela voz feminina fria e mecânica:

“O número que você discou está desligado…”

Clara chorou, lágrimas como pétalas de pera: “Leo, eu…”

Leonardo não teve paciência para consolá-la, apenas a alertou friamente para calar a boca.

No momento de maior desespero, ele lembrou da minha melhor amiga advogada.

“Esse contrato de divórcio foi você que redigiu para a Alice?”

“E se foi?”

“Onde ela está.”

Bia riu com frieza e xingou: “Leonardo, seu desgraçado, ainda tem a cara de me ligar para perguntar?”

“Você ainda não machucou a Alicezinha o suficiente? Te digo uma coisa, você nunca vai encontrá-la! Some!”

Depois de xingar, desligou direto, deixando apenas um sinal de ocupado.

Leonardo ficou lívido.

Até que, uma semana depois, seu assistente bateu à porta. “Consegui, Sr. Vargas!”

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