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《O Amor Que Eu Não Merecia》Capítulo 5

Leonardo, com a roupa manchada de vinho e uma aura pesada, levou Clara de volta ao apartamento.

Clara disse com voz suave: “Leo, não fique com raiva. Alice deve ter entendido mal, acho que ela não fez por mal.”

“Estou bem, só sinto muito por você ter se envolvido.”

“Por favor, não briguem por minha causa, hein?”

Leonardo olhava as luzes de néon que passavam rapidamente pela janela, distraído, concordando com um “hmm”.

Ela hesitou, estendeu a mão, tentando ajustar sua gravata levemente desalinhada.

O tom ficando ainda mais suave:

“Vê-lo assim me deixa com dó…”

Mas Leonardo, instintivamente, se afastou.

A mão de Clara congelou no ar, sua expressão magoada.

“Leo, não foi minha intenção…”

“Eu sei.” Leonardo fez uma pausa, afrouxando a gravata com irritação. “Eu mesmo consigo.”

Um silêncio constrangedor pairou dentro do carro.

Leonardo parecia não perceber, batendo os dedos inconscientemente na borda da janela.

Uma inquietação e desconforto inexplicáveis se espalhavam em seu peito.

Logo, chegaram ao apartamento onde Clara morava.

“Leo, obrigada por me trazer de volta.”

Leonardo nem mesmo se preocupou em dizer “descanse bem” como de costume, apenas respondeu apressadamente:

“Os assuntos da empresa já estão resolvidos, você pode subir, eu vou indo.”

Clara ficou parada na frente do prédio, sem se mover.

Apenas passou a mão pelos cabelos soltos perto da orelha, expondo o pescoço fino e pálido.

“Leo, quer subir por um pouco?”

“Ainda tenho dificuldade para dormir sozinha, talvez com você aqui, fique melhor.”

Sua demonstração de vulnerabilidade foi na medida certa.

O olhar de Leonardo ficou profundo, um lampejo de hesitação passou por seus olhos.

Mas ele se conteve.

“Clara, não seria apropriado.”

Ele suspirou. “Você sabe, eu sou casado com a Alice.”

O carro seguiu em direção a casa, Leonardo massageou as têmporas, reprimindo o desconforto.

Ele pensou que talvez eu estivesse realmente bravo desta vez.

Afinal, o rebaixamento foi um pouco demais.

Mas quando eu visse aquelas duas passagens em casa, ficaria surpresa, não é?

E então, provavelmente, como antes, fingiria modéstia por um momento, antes de não resistir e se jogar em seus braços.

Sim, seria assim.

Leonardo abriu a porta de casa.

O interior estava escuro, em silêncio absoluto.

Não havia luzes quentes acesas, nem a pessoa que sempre o esperava.

Eu realmente não estava em casa?

Leonardo franziu a testa e acendeu a luz.

A sala estava excessivamente arrumada, o ar impregnado de uma sensação de vazio.

Sobre a mesa de jantar, não havia a ceia aquecida como de costume.

Havia uma passagem de avião rasgada ao meio.

Num instante, o coração de Leonardo deu um salto.

Foi quando seu celular começou a vibrar incessantemente.

Era seu assistente enviando mensagens no WeChat, várias capturas de tela seguidas.

Ao abrir, eram registros de conversas de pequenos grupos privados de fofoca de alguns funcionários da empresa.

A tela estava repleta de textos, cheios de emoção fofoqueira:

Abaixo, alguém anexou um pequeno vídeo, claramente filmado às escondidas.

Era exatamente o momento, no palco, em que ele segurou Clara, que quase caiu.

O ângulo da filmagem era astuto.

Capturou perfeitamente sua tensão momentânea e a postura de dependência de Clara olhando para cima para ele.

Abaixo, havia uma foto antiga, de baixa resolução e levemente desbotada.

Ele e Clara, uniformes escolares, lado a lado, sorrindo.

O plano de fundo era o familiar campus da universidade.

A testa de Leonardo se franziu profundamente.

A velocidade com que os rumores se espalhavam era rápida demais, os detalhes muito específicos.

Algo tão antigo assim, dificilmente seria desenterrado facilmente por um funcionário comum.

Uma sensação de ter sido manipulado surgiu.

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