localização atual: Novela Mágica Fantasia De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura Capítulo 47 — No fim, a gente acabou matando um urso

《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 47 — No fim, a gente acabou matando um urso

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— Certo!

Todos responderam na hora.

Rafael ficou na retaguarda protegendo Hao e Bruno, impedindo que o urso fende-montanha os atacasse de surpresa.

A fera vinha cada vez mais perto.

Na névoa, sua silhueta enorme foi ficando nítida aos poucos—

pelagem castanha, garras afiadas, olhos brilhando como lanternas, saliva escorrendo da boca.

Estava faminto.

No instante em que viu Luna e os outros, rugiu com fúria e avançou!

— Agora!

Luna berrou, fazendo brotar um mar de vinhas que se fecharam sobre o corpo do urso como uma rede.

— Amarra ele!

O urso fende-montanha se debateu uma vez.

As vinhas rangeram sob a força brutal.

Luna cerrou os dentes, forçando todo o poder de madeira do corpo, e as vinhas ficaram instantaneamente mais resistentes.

— Leonardo! Vai!

Leonardo virou um tigre branco e se lançou sobre o ombro do urso, cravando as garras com violência e abrindo sulcos profundos.

Dante contornou pelo lado de trás e a cauda de dragão bateu com força na perna traseira da fera.

O impacto foi tão pesado que o urso cambaleou.

Matheus aproveitou a abertura, avançou com a lâmina brilhando e atingiu as garras do monstro.

Faíscas voaram—

mas as garras só perderam um pouco da pele.

Sebastian lançou várias lâminas de vento, todas na direção dos olhos do urso.

Embora não tenham atingido o globo ocular diretamente, a dor foi suficiente para fazer a fera urrar.

Adrian agarrou o momento e mergulhou do alto.

O bico do falcão branco desceu reto no olho da fera!

O urso enlouqueceu de dor.

Com um único tranco, arrancou as vinhas de Luna, como se estivesse rompendo fios de capim.

— Merda! Esse desgraçado é forte demais!

Luna foi empurrada para trás pelo choque, e a cintura voltou a doer.

— Pérola de fogo! Queima essa porra!

Na ponta dos dedos dela, a chama cresceu de repente, virou uma bola de fogo e foi arremessada direto no olho do urso.

A bola acertou em cheio.

O urso fende-montanha soltou um berro dilacerante.

Fumaça negra começou a subir do olho queimado.

A fera passou a girar e bater as patas em desespero, derrubando árvores ao redor.

— Agora! Enquanto ele tá atordoado, termina!

Luna gritou e fez novas vinhas brotarem do chão, enroscando-se nos quatro membros do urso.

— Último golpe!

Leonardo saltou outra vez e desceu a pata de tigre na cabeça do monstro.

Dante avançou junto, cravando os chifres de dragão no peito da fera.

A lâmina de Matheus entrou no pescoço do urso.

As lâminas de vento de Sebastian abriram sua garganta.

E Adrian mergulhou mais uma vez, atacando o outro olho.

O urso fende-montanha se debateu por alguns instantes.

Depois, seu corpo gigantesco desabou com um estrondo.

Não respirava mais.

【Ding! Você eliminou 1 urso fende-montanha SS-rank! Pontos de fofura +10000! Pontos atuais: 259550!】

— Pronto!

Luna finalmente soltou o ar e caiu sentada no chão, esfregando a cintura.

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— Essa porra de urso aguenta pancada demais. Tô quebrada.

Dante veio correndo e se agachou diante dela, pondo a mão com cuidado na cintura dela:

— Luninha, tá tudo bem? Eu faço massagem.

Leonardo também se aproximou e cobriu os ombros dela com a pele aquecida:

— Não pega vento. Vamos voltar pra caverna.

Luna assentiu, mas já fazia conta por dentro:

faltavam pouco mais de quarenta mil para chegar aos trezentos mil.

Amanhã, se colhesse mais ervas e resolvesse mais algumas feras, a fonte espiritual finalmente seria desbloqueada.

Aí eu quero ver quem ainda vai ter coragem de mexer comigo.

No fundo da névoa, um par de olhos sombrios observava tudo.

A voz gelada de Zhu Liang ecoou baixa:

— Luna Valente… conseguiu mesmo matar o urso fende-montanha… nesse caso, ela vai precisar morrer de forma ainda mais completa…

……

Luna olhou para o cadáver do urso e esfregou as costas com uma careta:

— Caralho! Esse bicho aguenta mais pancada do que os javalis mutantes do apocalipse. Minha cintura tá prestes a quebrar.

Dante se agachou na frente dela.

A cauda de dragão ainda estava enrolada firme em sua cintura, e a mão dele massageava de leve a região dolorida.

— Luninha, deixa eu apertar mais um pouco. Tá muito forte?

Leonardo, por sua vez, abaixou-se para pegar a pele que tinha caído no chão, cobrindo-a com cuidado. O cabelo dourado caiu à frente do rosto, escondendo o quanto ele estava preocupado.

— Tá ventando. Não fica descoberta.

Matheus não disse nada.

Já tinha ido direto até o cadáver do urso com a faca na mão. Em poucos golpes, arrancou a pele, depois separou alguns dos pedaços mais macios do lombo—

ele lembrava muito bem que Luna não comia carne crua. Aquilo certamente era para assar depois.

Adrian voltou a pousar num galho mais alto. Os olhos do falcão branco varreram a área toda. Só depois de confirmar que não havia outras feras se aproximando é que ele desceu, retomando a forma humana.

— A área está segura. Não há outras feras vindo.

Sebastian veio na direção dela, balançando as nove caudas e sorrindo:

— Então, maluquinha, agora dá pra reconhecer que a gente é útil, né? Se não fosse por nós agora há pouco, você já tinha sido lançada longe com uma patada.

— Vai se ferrar.

Luna chutou a perna dele, mas sem força nenhuma.

— Eu também dava conta. Vocês só serviram de apoio.

Mas, no fundo, alguma coisa quente se espalhou dentro dela—

no apocalipse, ninguém protegia ninguém desse jeito.

No máximo faziam grupo pra saquear mantimento.

Depois, não era raro alguém enfiar uma faca nas suas costas.

【Hospedeira! Você só fala grosso! Agora há pouco, quem foi que quase caiu sentada no chão quando o urso te empurrou pra trás?】 Borboleta zombou.

— Cala essa porra!

Luna xingou dentro da cabeça.

Mas, bem na hora, a barriga dela soltou um ronco inconveniente.

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Ela olhou para a carne do urso no chão e fez uma careta:

— Esse urso é feio demais. A carne com certeza é ruim. Deve ser seca e dura igual os ursos mutantes do apocalipse.

— Então você quer comer o quê?

Leonardo parou o que fazia e olhou para ela.

— As frutas que a gente pegou não vão encher o estômago.

Os olhos de Luna giraram uma vez.

Ela olhou para o fundo da caverna e cutucou o sistema em pensamento:

— Ei, larva. Solta três coelhos do espaço aqui fora e me arruma uns temperos de churrasco. Sem ninguém perceber.

【Hospedeira! Isso é trapaça!】

Borboleta protestou, mas mesmo assim obedeceu.

【Os temperos eu deixei no seu pé. Os coelhos joguei perto da entrada da caverna. Faz eles pegarem sozinhos.】

— Valeu. Depois eu troco uns salgadinhos picantes pra você.

Luna sorriu por dentro, puxou melhor a pele sobre o corpo e deu uma cotovelada leve em Leonardo:

— Ei, loiro bonito. Tem coelho ali na entrada. Vai pegar antes que eles escapem.

Leonardo ergueu a sobrancelha, olhou na direção apontada e viu mesmo três coelhos cinzentos parados ali, ainda em estado de completo desnorteio depois de terem sido largados fora do espaço.

Ele se levantou.

Em dois passos, já estava sobre eles.

As duas mãos desceram ao mesmo tempo e, no instante seguinte, os três coelhos já estavam presos com firmeza nos dedos dele.

Movimento limpo, elegante.

Nem um fio de pelo voou.

— PUTA MERDA…

Luna pensou, horrorizada.

Se ele não fizer pose, ele morre? Será que exibir habilidade é crime?

Mas, pela boca, saiu outra coisa:

— Nada mal. Você pega melhor do que muito caçador do apocalipse.

Sebastian se inclinou para olhar os coelhos, os olhos vermelhos cheios de curiosidade:

— Como é que esses coelhos apareceram do nada na entrada? Será que vieram atraídos pelo cheiro de sangue?

— E quem se importa?

Luna cortou imediatamente.

— Tem comida, isso é o que interessa!

Ela pegou os sachês de tempero escondidos sob a pele e enfiou nas mãos de Matheus.

— Joga isso na carne. Fica bom pra cacete. E não pergunta o que é. Se perguntar, eu proíbo você de comer.

Matheus olhou para os pacotinhos pretos por um segundo, claramente confuso, mas não perguntou nada.

Só assentiu e começou a tratar os coelhos.

Com poucos movimentos, tirou a pele, arrancou as vísceras e depois lavou tudo com água de um cantil, deixando a carne incrivelmente limpa.

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