localização atual: Novela Mágica Fantasia De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura Capítulo 38 — Garotinha sem-vergonha, você adora roubar o que é dos outros

《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 38 — Garotinha sem-vergonha, você adora roubar o que é dos outros

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Luna assentiu, moveu a consciência e tirou do espaço um cantil com água do riacho de dentro do sistema. Levou até os lábios de Dante:

— Bebe isso. Vai aliviar um pouco.

Dante bebeu sem hesitar.

Depois de alguns goles, a temperatura do corpo dele realmente baixou um pouco, e os olhos dourados ficaram mais lúcidos.

Ele olhou para Luna, cheio de culpa:

— Luninha… me desculpa… eu não consegui me controlar agora há pouco…

— Tá bom, deixa pra lá. Eu sei que você não fez de propósito.

Luna acenou com a mão, mas por dentro estava uma bagunça—

aquele beijo de agora há pouco, apesar de ter sido dominador, não tinha sido exatamente ruim; droga, parecia até meio doce.

— Luninha… você ficou com raiva de mim? — Dante perguntou com cuidado, como uma criança que sabe que fez besteira.

— Não.

Luna desviou o rosto.

— Eu só acho que… a gente ainda não tá nesse tipo de relação.

Dante segurou a mão dela.

Os olhos dourados estavam sérios de um jeito raro:

— Luninha, eu gosto de você. Não é por causa do noivado. É por sua causa. Não importa se você era uma coelhinha inútil ou essa fêmea maluca de agora. Eu gosto de você do mesmo jeito.

O coração de Luna deu um pulo.

Ela ia responder—

quando ouviu passos ao longe.

Rapidamente, puxou Dante para trás de uma árvore.

Logo viu Camila se aproximando com alguns membros-besta, resmungando alto:

— Aquela vagabundinha com certeza tá por aqui! O senhor Dante deve ter sido seduzido por ela!

Luna franziu a testa.

Por que Camila tinha vindo ali?

Assim que ouviu a voz de Camila, o olhar de Dante ficou gelado.

Ele ia sair de trás da árvore, mas Luna o segurou:

— Não faz besteira. Vamos ver primeiro o que ela quer.

Camila chegou até o lugar onde Dante estava deitado antes. Ao ver a água derramada no chão, cerrou os dentes:

— Aquela desgraçada esteve aqui mesmo! Eu sabia! Eu não acredito que não vou achar os dois!

Ela fez sinal para os membros-besta atrás dela se espalharem e começarem a procurar.

Luna olhou para as costas dela e sorriu friamente—

já que você veio sozinha se entregar, então não me culpa por eu não ser gentil.

Ela fez vinhas surgirem em silêncio, enrolando-se nos tornozelos de Camila, e puxou de repente.

Camila soltou um grito agudo e caiu no chão.

— Quem tá aí?!

Ela se levantou assustada, olhando de um lado para o outro.

Luna saiu de trás da árvore e sorriu:

— Camila, tão tarde assim, e você por aqui? Veio encontrar o senhor Dante escondida?

Ao ver Luna, os olhos de Camila se encheram de ódio.

— É você! Sua vadia! Foi você que seduziu o senhor Dante!

— Eu nem preciso seduzir.

Luna arqueou a sobrancelha.

— Ele já é meu por conta própria. O senhor Dante gosta de mim, não de você. Pode desistir logo, sua coisinha medíocre. O que eu realmente não entendo é por que você gosta tanto de querer roubar o que é dos outros.

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Dante também saiu detrás da árvore e ficou ao lado de Luna. Nos olhos dourados só havia frieza.

— Camila, eu já te avisei. Para de importunar a Luninha. Da próxima vez, eu não vou ser educado.

Ao ver os dois tão próximos, Camila começou a tremer de raiva:

— Vocês… vocês vão se arrepender disso!

Ela se virou para fugir.

Mas Luna não era idiota de deixá-la escapar assim.

Fez as vinhas crescerem outra vez, prendendo o corpo dela, e sorriu devagar:

— Já que você veio até aqui, não precisa ir embora tão rápido.

Ela se aproximou.

— Tem uma coisinha que eu queria perguntar. Hoje de dia você foi falar com o Zhu Liang, não foi? Vocês estavam planejando como mexer comigo?

O rosto de Camila mudou na hora:

— Eu não fiz nada! Não inventa coisa!

— Se fez ou não, você sabe bem.

Luna chegou mais perto, os olhos frios.

— Se eu descobrir mais uma vez que você tá fazendo joguinho pelas costas, eu te jogo direto pras feras da Floresta Nebulosa comerem.

Camila lembrou na mesma hora dos membros-besta que tinham morrido naquela floresta e começou a tremer de medo.

Toda a arrogância desapareceu.

— E-eu entendi… eu nunca mais vou fazer isso… por favor, me solta…

Vendo que ela já estava apavorada de verdade, Luna não insistiu mais. Recolheu as vinhas:

— Some daqui. E não me faz te ver de novo.

Camila saiu praticamente engatinhando de medo.

Luna olhou para as costas dela, depois virou-se para Dante:

— Seu cio ainda não acabou. Vem comigo pro Vale Valente. No meu quarto tem água do rio do espaço. Isso pode te ajudar a aliviar.

Dante assentiu, os olhos cheios de ternura:

— Tá bom. Eu vou com você.

Luna foi levando Dante de volta.

Durante todo o caminho, ele segurou a mão dela com força, como se tivesse medo de que ela fugisse.

Luna olhou o perfil dele de lado e sentiu o peito meio confuso—

ela tinha decidido que ele seria só uma ferramenta.

Mas agora…

parecia não ser só isso.

Ao chegarem ao Vale Valente, Luna levou Dante até seu quarto e serviu um copo com água do riacho do espaço:

— Bebe isso e deita. Descansa direito.

Dante bebeu.

Depois se deitou na cama, mas não fechou os olhos.

Ficou olhando para ela o tempo todo.

— Luninha… não vai embora. Fica comigo, tá? Se você ficar aqui, eu não vou me sentir tão mal.

Luna hesitou por um instante, mas no fim sentou-se ao lado da cama:

— Tá bom. Eu fico.

Dante sorriu.

Fechou os olhos.

E adormeceu logo em seguida.

Luna ficou observando o rosto dele dormindo, e o coração dela ficou estranho de novo.

Levantou a mão, tocou de leve os próprios lábios e se lembrou daquele beijo.

Sem perceber, um sorriso pequeno apareceu no canto da boca.

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【Hospedeira! Você tá gostando dele!】

A voz de Borboleta surgiu imediatamente.

【Eu falei que o Dante era diferente pra você!】

— Não fala besteira!

Luna respondeu de imediato.

— Eu só achei ele meio coitado, só isso.

【Mentira.】

Borboleta rebateu sem dó.

【Se você não gostasse, já tinha largado ele na floresta faz tempo.】

Luna não respondeu.

Ela realmente tinha começado a gostar daquele dragão dourado grudado nela?

Impossível, né?

Ela ficou sentada ao lado da cama, guardando Dante a noite toda.

Só perto do amanhecer acabou pegando no sono, encostada ali mesmo.

Na manhã seguinte, foi acordada pela voz de Helena.

— Luninha, por que você dormiu aí na beirada da cama? E por que o Dante tá no seu quarto?

Helena entrou e, ao ver Dante dormindo ali, arregalou os olhos.

Luna esfregou os olhos e se levantou devagar:

— Mãe, o cio dele tava muito ruim. Eu trouxe ele pra cá.

Naquele momento, Dante também acordou.

Quando viu Helena, sentou-se rápido, claramente constrangido:

— Tia… desculpa pelo incômodo.

— Não, não, tá tudo bem.

Helena sorriu.

— Vocês jovens que resolvam essas coisas entre vocês. Ah, sim, o Rafael tá esperando na porta. Disse que vai te levar até o tesouro da tribo.

Luna assentiu:

— Tá bom, mãe. Já vou.

Ela se arrumou rapidamente e saiu do quarto com Dante.

Os cinco noivos estavam esperando no pátio.

Quando viram os dois saindo juntos, as sobrancelhas de Leonardo se franziram um pouco, e os olhos de lobo de Matheus também ficaram presos neles, mas nenhum dos dois falou nada.

Rafael veio até ela:

— Luninha, pronta? Vamos até o tesouro da tribo.

— Tô pronta.

Luna assentiu e foi andando com ele.

Dante quis ir junto.

Mas Sebastian o puxou pelo braço:

— A maluquinha vai procurar tesouro. O que você vai fazer lá? Melhor vir com a gente caçar alguma coisa gostosa pra ela comer.

Dante hesitou por um instante, mas acabou assentindo:

— Tá bom.

Luna seguiu com Rafael até a entrada do tesouro da tribo.

Dois dragões-besta SS-rank estavam de guarda do lado de fora.

Ao ver Rafael, se endireitaram imediatamente:

— Jovem mestre.

Rafael tirou uma placa preta de comando e a mostrou:

— Eu trouxe minha sétima irmã para escolher uma técnica de cultivo.

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