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《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 32 — Caralho, que Homem-Aranha gigante é esse

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Luna olhou para a centopeia gigante, e um brilho de excitação passou por seus olhos:

— Ótimo! Mais uma presa!

Ela puxou o poder de madeira.

As vinhas se enrolaram no corpo da centopeia, e, ao mesmo tempo, ela sacou a besta, mirou na cabeça da criatura e—

— FWIU!

A flecha acertou um dos olhos.

A centopeia soltou um chiado agudo de dor e começou a se debater violentamente, arremessando Shi Yong e os outros no chão.

Eles aproveitaram para tentar fugir.

Mas o rabo da centopeia varreu o ar—

e os mandou voando.

Os corpos bateram nas árvores e todos desmaiaram na hora.

Luna correu para a frente, cravou a adaga na cabeça da centopeia, e o corpo enorme tombou no chão, sem se mover mais.

【Ding! Você matou 1 centopeia gigante S-rank! Ganhou 5000 pontos de abate! Pontos de fofura +5000! Pontos atuais: 208300!】

Luna ofegou, olhando para Shi Yong e os outros caídos no chão.

Por dentro, começou a calcular.

Se matasse todos eles, ganharia pontos.

Mas, se deixasse vivos…

talvez ainda atraíssem mais membros-besta atrás dela.

Pensando assim, decidiu o que fazer.

Usou vinhas para amarrar os cinco num tronco, deixando todos pendurados como se estivessem balançando num cipó—

e seguiu em frente.

De acordo com as marcações do mapa, logo encontrou

Flor de Sangue Rubro

e

Erva Qingling

.

Ela as colheu com cuidado e guardou tudo no espaço.

…………

Mal tinha acabado de guardar as duas ervas—

quando ouviu passos confusos atrás de si.

O coração até se alegrou.

Ela lançou um olhar rápido para um pântano a uns vinte metros dali—

a superfície estava coberta por uma camada fina de capim-vinha, tão discreta que, sem olhar com atenção, ninguém perceberia.

Só o cheiro fraco e azedo revelava o que realmente havia ali.

— Vieram em boa hora.

Um sorriso malicioso apareceu em seus lábios.

De propósito, Luna diminuiu o passo, fingindo não perceber quem vinha atrás.

Logo, onze membros-besta a alcançaram.

Na frente estava

Zhu Yan

, um lobo-besta, segurando uma lança de pedra, com os olhos cheios de ferocidade.

— Luna Valente! Agora você não foge mais!

Luna parou, virou-se e fez de propósito uma expressão assustada.

— Não cheguem mais perto! Eu sou da família Valente!

— E daí que é da família Valente? Hoje a gente mata você do mesmo jeito!

Zhu Yan fez um gesto com a mão.

Os onze imediatamente se espalharam, formando um círculo em volta dela.

Luna fingiu ainda mais medo e foi recuando passo a passo.

Cada vez mais perto do pântano.

Ela conseguia ouvir os sons borbulhantes vindo dali e, por dentro, quase gritava de alegria:

— Meu lindo pântanozinho, prepara o colo. Trouxe presente.

Zhu Yan achou que ela estava realmente apavorada e caiu na gargalhada.

— O quê? Tá com medo? Agora não adianta implorar!

Ele avançou primeiro, a lança apontando para o peito dela.

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Luna riu por dentro.

No exato instante em que a lança quase a alcançou—

ela desviou para o lado.

Zhu Yan não conseguiu parar o impulso.

O pé afundou bem na borda do pântano, onde o capim-vinha escondia a lama mole.

— NÃO!

O rosto dele perdeu a cor na hora.

Tentou puxar a perna de volta.

Mas o pé já tinha entrado no lodo.

E quanto mais ele lutava, mais afundava.

— Me tira daqui! Rápido! Me ajuda!

Os outros se apressaram para puxá-lo.

Mas, no desespero, não prestaram atenção no chão.

Luna aproveitou.

As vinhas saíram do solo e se enrolaram nos tornozelos dos dois da frente.

Ela puxou com força.

Os dois escorregaram direto para dentro do pântano.

— AHHH!

Os gritos ecoaram um atrás do outro.

Os demais recuaram, apavorados, sem coragem de chegar mais perto.

Luna ficou em solo firme, com as mãos na cintura, rindo alto:

— HAHAHA! Seus idiotas! Queriam me matar? Então primeiro perguntem se o pântano aceita vocês!

【Ding! Você induziu 3 membros-besta a cair no pântano! Ganhou 3000 pontos de “estratégia”! Pontos de fofura +3000! Pontos atuais: 211300!】

O aviso do sistema mal terminou—

quando uma sombra enorme surgiu do fundo do pântano.

Uma boca monstruosa, cheia de dentes, apareceu de repente e engoliu os três membros-besta num único movimento.

— Caralho! Tem um crocodilo desse tamanho aí dentro?!

Luna deu um passo para trás por reflexo.

Mas, por dentro, já estava até feliz.

Aquele crocodilo do pântano era quase com certeza uma fera acima de S-rank.

Se conseguisse matá-lo…

os pontos seriam absurdos.

Ela já ia puxar o poder de madeira—

quando ouviu ainda mais passos se aproximando ao longe.

Luna praguejou em pensamento, correu para trás de uma árvore e espiou entre as folhas.

Mais de cem membros-besta estavam vindo naquela direção.

Com certeza tinham ouvido os gritos.

— Puta que pariu, agora a encrenca ficou grande.

Sem perder tempo, ela arrancou o último

talismã de dispersão de névoa

que ainda tinha, esmagou-o, e a névoa ao redor se abriu um pouco mais.

Aproveitando a visibilidade, correu até a outra margem do pântano e disparou floresta adentro.

Ao mesmo tempo, do lado de fora da floresta, o clima ficava cada vez mais pesado.

Todos os membros-besta esticavam o pescoço, tentando enxergar algo através da névoa, enquanto os comentários se acumulavam:

— Já faz uma hora! E não aconteceu nada! A Luna com certeza morreu lá dentro!

— Eu aposto que ela perde! A odd tá cinquenta vezes maior! Vou ficar rico dessa vez!

— Não fala assim! A Luna venceu as duas primeiras fases! Talvez ela vença essa também!

A família Valente estava sentada ao lado, com o rosto fechado.

Ninguém dizia nada.

Helena apertava a roupa com força, os olhos cheios de lágrimas:

— Augusto… será que a Luninha vai ficar bem?

Augusto cobriu a mão dela com a sua e respondeu num tom firme:

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— Vai sim. A Luninha é inteligente. Ela vai voltar inteira.

Mas nos olhos dourados havia preocupação demais para ser escondida.

Dante estava parado ao lado, um pouco pálido.

O corpo tremia quase imperceptivelmente.

O calor dentro dele só aumentava—

seu período de cio tinha começado.

Droga.

Justamente naquela hora.

Ele aguentava como podia, orando em silêncio:

— Luninha… você precisa ficar bem. Quando sair de lá… eu vou…

Mais num canto, Han Xiao também fazia sua própria oração muda.

A escama azul ainda estava apertada em sua mão.

Seus olhos azuis estavam cheios de tensão:

— Luna… você não pode morrer. Você ainda precisa me ajudar a salvar o recife de corais.

Dentro da Floresta Nebulosa, Luna corria com todas as forças.

Os passos atrás dela vinham cada vez mais perto.

Ela sabia que não conseguiria despistar toda aquela gente por muito tempo.

Foi então que viu, adiante, uma área tomada por vinhas venenosas.

Na mesma hora, teve uma ideia.

Correu até a borda daquele bosque de vinhas e usou o poder de madeira para fazê-las crescer ainda mais densas.

Depois, diminuiu de propósito a velocidade, chamando os perseguidores para perto.

— Luna Valente! Para de correr!

Mais de cem membros-besta apareceram logo atrás.

Ao vê-la parada diante da mata de vinhas venenosas, acharam que ela finalmente tinha encurralado a si mesma.

Todos correram.

Luna soltou um sorriso gelado e entrou na mata.

Os membros-besta foram atrás sem pensar.

Assim que cruzaram a entrada, as vinhas venenosas se enrolaram neles.

Os gritos começaram na mesma hora.

— AAAAAH! TÁ DOENDO!

— Que vinha é essa?!

— Tem veneno! Saiam daqui! Saiam!

Do outro lado da mata, Luna cruzou os braços e observou, toda satisfeita:

— Bem feito. Quem mandou me perseguir? Agora gostaram?

Ela já ia embora—

quando um estrondo sacudiu tudo.

Uma figura enorme atravessou as vinhas venenosas e saiu de dentro delas.

Era um

urso das vinhas venenosas

.

E era S-rank.

— Meu Deus do céu… ainda tinha ISSO aqui?!

O coração de Luna quase pulou pela boca.

Sem perder tempo, puxou as vinhas e prendeu as pernas do urso.

A fera rugiu e ergueu a pata.

Luna desviou por um fio.

A pancada caiu no chão e abriu uma cratera.

Ela puxou a besta, mirou no olho do urso—

— FWIU!

A flecha acertou em cheio.

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