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《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 28 — Balançar eles no cipó é gostoso ou não?

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Shi Hang veio com mais cinco membros-besta, cercando-a com os machados de pedra nas mãos.

— Luna Valente, hoje você não escapa nem que crie asas! Ou entrega as orelhas e admite derrota, ou a gente te rasga em pedaços!

Luna passou a língua pelo sangue no canto da boca.

Os olhos avermelhados brilharam.

E, em vez de se assustar, ela sorriu.

— Rasgar em pedaços? Vocês?

Ela inclinou a cabeça.

— Perfeito. Ainda me faltam três orelhas. Se eu arrancar as de vocês, fecho a conta.

Do espaço, ela puxou uma cenoura.

Comeu em duas ou três mordidas.

Depois tirou também um pedaço de carne assada que sobrara da noite anterior.

Comendo enquanto recuava, ela mantinha os olhos atentos ao redor.

— Querem me cercar? Então primeiro vejam se vocês conseguem sobreviver às feras daqui.

Mal ela terminou de falar—

o mato ao lado explodiu com um som seco.

Uma jiboia grossa como um balde saiu rastejando, soltando a língua e olhando tanto para Luna quanto para os outros membros-besta.

Logo depois, alguns lobos selvagens, ainda sem forma humana, também apareceram. O cheiro de sangue os tinha atraído, e os rosnados já vinham baixos e ameaçadores.

— Puta merda. Quando a casa cai, cai em cima de quem já tá no chão.

Luna xingou entre dentes e apertou a adaga.

Naquele ponto, as feras já não faziam distinção entre gente e membros-besta.

Se sentissem sangue—

iriam morder todo mundo.

O caos começou de vez.

A jiboia se enrolou em um dos membros do povo da pedra.

Os lobos atacaram os machos em cio.

Shi Hang e os outros tinham que lidar com as feras e, ao mesmo tempo, vigiar Luna.

Virou bagunça pura.

【Hospedeira! Pensa em alguma coisa! Com as feras e esses membros-besta juntos, você não vai aguentar! Ou então… finge ser indefesa? Vai que alguém amolece!】

Borboleta pulava em pânico no espaço mental.

— Ser fofa pra esse bando que quer me matar? Você bateu a cabeça ou fui eu?

Luna revirou os olhos, desviou do machado de Shi Hang e puxou o poder de madeira.

As vinhas explodiram de novo, prendendo bem na região sensível do pescoço da jiboia.

Ela apertou com força.

A cobra se contorceu, soltou o homem da pedra e caiu no chão se debatendo.

Luna ia aproveitar para cortar a cabeça—

quando uma dor rasgou suas costas.

Um dos machos em cio tinha avançado e cravado as garras nas costas dela.

O sangue se espalhou na hora.

Luna girou e enterrou a adaga no braço dele.

O homem berrou.

Mas, em vez de largá-la, apertou ainda mais e tentou jogá-la no chão.

— MERDA!

Luna arrancou a besta do espaço e disparou à queima-roupa na garganta dele.

A flecha atravessou.

O corpo caiu no chão e voltou à forma bestial, ainda se debatendo por alguns segundos.

Shi Hang tentou aproveitar a abertura e desceu o machado na direção da perna dela.

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Luna saltou para o lado—

mas pisou numa vinha venenosa sem perceber.

Um arranhão fino no tornozelo foi suficiente.

A dormência espalhou-se na mesma hora pelo corpo inteiro.

— Não. Não, não. Veneno.

Ela sentiu o coração afundar.

As pernas começaram a falhar.

A força foi embora rápido demais.

Outro membro-besta apareceu pelo lado e desceu a lâmina na cintura dela.

O corte abriu sua roupa, e o sangue começou a escorrer.

Luna cambaleou dois passos.

Atrás dela—

o vazio.

Um penhasco.

Shi Hang veio devagar, sorrindo.

— E agora, Luna Valente? Não tem mais pra onde correr. Vai lá pra baixo.

Ele chutou suas costas com toda a força.

O corpo de Luna tombou para a frente.

E despencou.

— LUNAAAA!

Escondido mais ao longe, Han Xiao se levantou num salto. Os cabelos prateados foram levados pelo vento, e a luz azul em seus dedos explodiu.

Ele quis correr.

Quis se jogar para salvá-la.

Mas as regras da competição vieram como uma faca.

Se aparecesse agora, mesmo que Luna sobrevivesse, sua vitória poderia ser anulada.

A mão dele apertou a escama azul até as unhas entrarem na pele.

Tudo o que pôde fazer foi assistir enquanto Luna desaparecia abaixo do penhasco.

Lá embaixo havia árvores densas.

Durante a queda, alguns galhos amorteceram parte do impacto.

No fim, Luna despencou sobre um pedaço de grama.

Seu corpo parecia desmontado.

O gosto de sangue subiu pela garganta, e ela cuspiu no chão.

A dormência do veneno piorava.

Os cortes queimavam.

Mesmo assim, a mão foi direto para o embrulho das orelhas.

Ainda faltava uma.

Antes da queda, somando a jiboia, os lobos e alguns membros-besta, ela tinha chegado a nove.

Faltava só mais uma para fechar dez.

【Hospedeira! Você tá bem? Ainda consegue mexer?】

A voz de Borboleta já saía quase chorando.

【Eu achei uma coisa no painel… do plano de cultivo imortal tem uma “pílula defeituosa”. Foi um imortal que falhou ao refinar. Custa 5000 pontos, mas dissolve veneno e ainda recupera energia. Quer trocar?】

— Troca. Agora.

Luna cerrou os dentes e confirmou a opção.

Uma pílula cinzenta e sem graça apareceu na mão dela.

Ela engoliu sem hesitar.

A pílula derreteu assim que entrou na boca.

Uma corrente quente desceu pela garganta.

A dormência começou a ceder.

A dor dos ferimentos aliviou um pouco.

E, mais do que isso, o poder de madeira em seu abdômen começou a vibrar como se tivesse enlouquecido.

As árvores ao redor emitiram fios de luz verde-clara.

O corpo de Luna os absorveu sozinho.

【Ding! Você consumiu uma “pílula defeituosa” do plano de cultivo! Veneno neutralizado com sucesso! Energia restaurada em 80%!】

【A habilidade de madeira absorveu energia natural! Experiência +100. Nível atual: 4 (90/400), perto da próxima evolução!】

【Progresso da Arte do Rei Coelho +5%! Progresso atual: 63%!】

【Pontos de fofura -5000. Pontos atuais: 202000!】

Luna piscou.

— Então eu também consigo absorver energia natural assim?

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Ela ergueu a mão.

A luz verde nos dedos estava quase duas vezes mais intensa do que antes.

Foi então que viu, ao lado, uma raposa pequena, ainda sem forma humana, parada e olhando para ela.

Os olhos de Luna se acenderam.

— Perfeito. A décima.

Ela se lançou para frente.

As vinhas dispararam, prenderam a raposa antes que ela fugisse, e Luna arrancou a orelha que faltava.

Enfiou no embrulho.

【Ding! Você matou 1 raposa C-rank! Ganhou 300 pontos de abate! Pontos de fofura +300! Pontos atuais: 202300!】

Luna começou então a subir de volta usando as vinhas penduradas no penhasco.

Seu corpo estava mais leve do que antes.

Mais forte também.

A pílula defeituosa tinha feito bem mais do que apenas curá-la.

Ela subiu por quase meia hora.

Quando finalmente alcançou o topo, ouviu ao longe o som do chifre do grande sacerdote.

Ainda faltava meia hora para o fim da prova.

Na entrada da floresta, a multidão já estava espremida, e os comentários vinham de todos os lados:

— Tá quase acabando. Ninguém sai de lá. Devem ter morrido todos!

— A pequena da família Valente com certeza já morreu. Uma C-rank entrando sozinha na Floresta do Vento Negro? Pura arrogância.

A família Valente estava na frente de todos.

As lágrimas de Helena caíam sem parar sobre a saia de pele, e seus ombros tremiam.

— Augusto… e se a Luninha…

A voz dela falhou antes do fim.

Augusto não respondeu.

Os olhos dourados estavam fixos na entrada da floresta.

Uma das mãos apertava o punho da espada com tanta força que os dedos já estavam brancos.

A armadura prateada de Rafael raspava na pedra enquanto ele se inclinava para frente, incapaz de piscar.

Os cinco noivos também estavam ali.

Os cabelos dourados de Leonardo caíam sobre o rosto, escondendo parte de sua expressão, mas a mão no punho da espada revelava sua tensão.

Dante apertava os punhos, o cabelo negro sendo levado pelo vento, os olhos cheios de inquietação.

Matheus mantinha o cenho fechado, respirando mais rápido do que o normal.

Os cabelos brancos de Adrian estavam cobertos de poeira, e os olhos azuis tinham perdido a frieza costumeira.

Sebastian também havia deixado o sorriso de lado. As caudas se mexiam nervosas, e suas orelhas estavam erguidas, ouvindo qualquer som vindo da floresta.

Foi então que alguém gritou:

— OLHEM! TEM ALGUÉM SAINDO!

Todos se viraram ao mesmo tempo.

Uma figura coberta de sangue surgiu aos tropeços na saída da floresta.

O vestido estava reduzido a tiras.

A pele exposta estava cheia de arranhões e cortes.

O rosto, coberto de lama e sangue.

Mas, nas mãos, ela apertava um embrulho.

E do embrulho apareciam claramente várias orelhas.

— É a Luna! Ela tá viva!

— Ela tem dez orelhas de fera! Ela venceu!

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