localização atual: Novela Mágica Fantasia De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura Capítulo 27 — Será que vocês podem simplesmente sumir da minha frente?

《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 27 — Será que vocês podem simplesmente sumir da minha frente?

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Luna soltou uma risada fria e montou de novo no cavalo:

— Da próxima vez que tentarem roubar o que é meu, eu arranco as orelhas de vocês também!

Ela seguiu montada cada vez mais para dentro da floresta.

Quanto mais avançava, mais fechadas ficavam as árvores, até a luz do sol quase não conseguir mais entrar.

De repente, as vinhas ao lado se mexeram.

Um líquido vermelho-escuro escorreu por elas, pingou no chão, e a grama secou no mesmo instante.

— Vinha venenosa!

Luna puxou as rédeas imediatamente.

Tirou uma Erva Qingling do espaço, amassou e esfregou no focinho do cavalo.

Ao mesmo tempo, puxou o poder de madeira.

Uma luz verde-clara apareceu em seus dedos, e ela tocou de leve a vinha venenosa.

Como se tivesse sido queimada, a vinha recuou rapidamente, revelando a caverna atrás dela.

Luna olhou para dentro.

Lá só havia escuridão.

Mas, ao fundo, dava para ouvir vagamente o rugido de alguma fera.

— Com certeza tem alguma coisa lá dentro!

Ela ainda pensava em entrar—

quando ouviu um som estranho atrás de si.

Parecia o rosnado baixo de um membro-besta, misturado com respiração pesada.

Luna virou a cabeça.

O coração disparou.

Três machos-besta estavam parados não muito longe.

Os olhos estavam vermelhos.

As veias do rosto saltadas.

As roupas, rasgadas.

Era óbvio.

Eles estavam no cio.

Quando um macho-besta entrava em cio no mundo das feras, perdia a razão.

Só enxergava fêmeas.

E, dentro da floresta, os odores no ar tornavam aquilo ainda pior.

— Caralho! Justo isso agora?!

Luna girou as rédeas depressa, querendo fugir.

Mas o cavalo se assustou, ergueu as patas dianteiras e travou no lugar.

O primeiro macho em cio correu direto para ela, tentando agarrar seu braço.

— Fêmea! Vem aqui!

Luna ergueu a vinha, prendeu o braço dele e o arremessou para o lado.

O homem caiu no chão.

Mas se levantou no mesmo segundo e veio de novo, ainda mais enlouquecido.

Os outros dois já vinham fechando a passagem.

Luna desviava enquanto xingava sem parar:

— Será que vocês, filhos do inferno, podem rolar ladeira abaixo? Eu ainda sou virgem, porra! Tenho cinco noivos! Se chegarem mais perto, eu mando vocês direto encontrar os ancestrais!

【Hospedeira! Usa a besta! Eles perderam a cabeça, as vinhas não vão segurar por muito tempo!】

Borboleta gritava tão alto que quase rachava a cabeça dela.

【O da esquerda já vai pular!】

Luna puxou a besta na hora.

Mirou no da esquerda.

— FWIU!

A flecha acertou o ombro dele.

O macho soltou um urro de dor.

Mas não parou.

Ao contrário—

ficou ainda mais insano.

Luna rangeu os dentes, puxou toda a energia que tinha e fez as vinhas explodirem do chão, enrolando-se nas pernas dos três ao mesmo tempo.

Em seguida, saltou do cavalo com a adaga na mão.

Em vez de cortar, usou o punho e acertou com força a base do pescoço de cada um.

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No apocalipse, aquela técnica funcionava muito bem contra mutantes que tinham perdido a razão.

Aqui também funcionou.

Os três tombaram no chão, inconscientes.

Luna ficou ofegando, apoiada no corpo do cavalo.

Os cortes do dia anterior tinham se aberto de novo, e a dor fez seu rosto se contorcer.

Ela apalpou as orelhas guardadas junto ao peito.

Ainda eram só três.

Praguejou baixinho:

— Ainda faltam duas horas e meia… e eu ainda preciso de sete orelhas. Que floresta desgraçada. Tudo aqui dá problema.

【Ding! Você repeliu 3 machos-besta em cio! Ganhou 500 pontos de “intimidação”! Pontos de fofura +500! Pontos atuais: 196200!】

O aviso do sistema acabou de soar—

quando Luna ouviu água correndo não muito longe.

Ela levantou os olhos.

Um pequeno riacho cortava a floresta, e sobre a superfície boiavam pétalas azul-claras.

Flor do Fôlego das Sereias.

Aquela flor só aparecia perto dos sereios.

— Han Xiao?

Luna franziu a testa e foi até a margem.

Mas não viu ninguém.

Só a água ondulando de um jeito estranho, como se alguma coisa tivesse acabado de tocar nela.

— O que ele tá fazendo aqui dentro?

Ela não perdeu tempo pensando.

Montou de novo e seguiu rio acima.

Não andou muito—

quando ouviu uivos adiante.

Lobos.

Sem forma humana.

Os olhos de Luna brilharam.

Aproximou-se em silêncio e viu cinco lobos rasgando um cervo no chão.

Ela tirou a besta, mirou no maior deles—

— FWIU!

A flecha atravessou a garganta do animal.

O lobo caiu morto.

Os outros se assustaram e tentaram fugir.

Luna fez as vinhas saírem do chão, prendeu as pernas de dois deles, correu para a frente e arrancou suas orelhas com a adaga.

Os lobos restantes aproveitaram o caos e desapareceram no mato.

— Agora já tenho seis!

Luna enfiou as orelhas no embrulho junto ao peito.

Ia voltar ao cavalo—

quando sentiu o chão ceder.

Seu corpo afundou de repente.

Era uma armadilha.

No exato instante em que caiu, lançou vinhas para a lateral e as enrolou num tronco próximo.

Isso a segurou no ar.

Lá embaixo, o poço estava cheio de estacas afiadas.

Se tivesse caído de verdade, teria virado peneira.

— PORRA! Que filho da mãe fez isso?!

Luna conseguiu subir de volta e bateu a terra da roupa.

Foi então que viu um pedaço rasgado de couro preso à borda do buraco.

Ela reconheceu na hora.

Era do Shi Hang.

— Então foram mesmo aqueles desgraçados do povo da pedra!

Ela mordeu os dentes, a raiva subindo de vez.

— Espera só. Quando eu achar vocês, arranco as orelhas de todos.

Montou mais uma vez e seguiu, já calculando onde poderia encontrar as últimas orelhas.

Foi então que, de dentro da mata à frente, ouviu um estalo seco.

Como se alguém tivesse pisado num galho.

Luna apertou a besta e olhou.

Uma ursa negra, maior do que o cavalo, estava parada entre as árvores.

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Os olhos fixos nela.

A baba escorrendo da boca.

Aquilo claramente a tinha escolhido como presa.

Luna sorriu.

— Ótimo. A sétima.

Ela não recuou.

Ao contrário, bateu as rédeas e lançou o cavalo para a frente.

A ursa avançou com a pata erguida.

Luna saltou da sela no último instante, e as vinhas brotaram do chão, prendendo as patas da fera.

A ursa se debateu, mas não conseguiu se soltar de imediato.

Luna puxou a besta.

Mirou no olho.

— FWIU!

Acertou em cheio.

A ursa urrou de dor.

Luna correu, arrancou uma das orelhas e a guardou.

【Ding! Você matou 1 ursa negra A-rank! Ganhou 800 pontos de abate! Pontos de fofura +800! Pontos atuais: 197000!】

O aviso ainda nem tinha terminado—

quando o som do chifre do grande sacerdote ecoou ao longe.

Uma hora já tinha passado.

Luna olhou para o embrulho com as sete orelhas e cerrou os dentes.

— Ainda faltam três. Tenho mais duas horas.

Ela ia subir no cavalo de novo—

quando o animal ergueu as orelhas e relinchou para a mata atrás dela.

Luna virou devagar.

O coração subiu até a garganta.

Shi Hang vinha correndo com mais cinco membros-besta, todos armados com machados de pedra e sorrisos nojentos no rosto.

— Luna Valente! Vamos ver pra onde você foge agora!

Luna apertou a besta.

O sorriso que apareceu em sua boca era pura loucura.

— Fugir?

Ela ergueu o queixo.

— Quem disse que eu ia fugir? Hoje eu arranco as orelhas de vocês também e completo minhas dez.

Atrás de uma árvore não muito longe, Han Xiao colocou meio rosto para fora.

Um galho prendeu um pouco de seu cabelo prateado, mas ele nem percebeu.

A luz azul-clara em seus dedos ficou mais intensa.

Foi então que o som de um assobio cortou a floresta.

Shi Hang tinha assobiado.

E aquilo ecoou longe.

Os três machos-besta em cio, que tinham sido derrubados antes, começaram a se mexer.

Levantaram agarrando os troncos ao redor.

Os olhos estavam ainda mais vermelhos.

A baba escorria pelo queixo.

Sem qualquer razão sobrando na cabeça, só enxergavam uma coisa:

fêmea.

— Caralho! Eles acordaram rápido demais!

Luna desviou da garra de um deles por um fio.

Ao mesmo tempo, girou a vinha, prendeu a cintura do sujeito e o arremessou para o lado.

O corpo voou e bateu no outro macho.

Os dois rolaram pelo chão e começaram a se agarrar e a se morder como animais enlouquecidos, rasgando ainda mais as próprias roupas.

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