localização atual: Novela Mágica Moderno Romance A Traição da Prima Invejosa Capítulo 14

《A Traição da Prima Invejosa》Capítulo 14

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Amélia tremia, a voz vacilante:

— Você enlouqueceu, Leonardo Tavares… você deveria entregá-la à polícia, não… não torturá-la assim com justiça pelas próprias mãos!

Mas Leonardo colocou uma faca de frutas na palma da mão dela.

— Entregar à polícia? Isso seria leve demais para ela.

— Mel, você esqueceu o que ela fez com você na prisão? Esqueceu como ela abriu a porta para o seu pai te destruir?

Ele segurou a mão dela, apontando para Bianca no chão, sussurrando como uma tentação:

— Vai… mata ela.

— Se você fizer isso com as próprias mãos, toda a sua vingança estará completa.

— Eu cuido do corpo para você. Ninguém vai descobrir.

O cabo da faca estava gelado.

Mas Amélia sentiu como se tivesse sido queimada.

Instintivamente, lutou e a soltou.

— Clang!

A faca caiu no chão.

Com os olhos vermelhos, Amélia empurrou Leonardo:

— Eu não mato ninguém… eu não sou como você!

— Mesmo que ela tenha me destruído, mesmo que seja pior que um animal… eu não vou me tornar uma assassina só para me vingar!

Ela se virou para ir embora.

No chão, Bianca viu que Amélia estava prestes a sair.

Desesperada, cuspiu o pano que estava na boca e gritou com todas as forças:

— Amélia! Chama a polícia!

— Por favor… me deixa ir para a prisão… eu não quero ficar aqui… ele é louco!

Nesse momento—

a porta da mansão foi aberta de repente.

A mãe de Leonardo entrou com vários seguranças.

Ela viu Bianca no chão, em estado deplorável—

e imediatamente virou-se para Amélia, furiosa:

— Foi você, não foi?! Só pode ter sido você, sua desgraçada!

Amélia nem se deu ao trabalho de responder.

Só sentiu vontade de rir.

A mãe de Leonardo ordenou:

— Peguem essa mulher! Levem-na para a polícia!

Os seguranças avançaram de uma vez, segurando os ombros de Amélia.

Leonardo tentou avançar—

mas foi contido por outros dois seguranças.

— Soltem ela! Quem ousa encostar nela?!

Amélia observava aquela cena absurda com frieza.

Era simplesmente ridículo.

— Sra. Tavares, se quer me prender… é melhor ver primeiro as câmeras de segurança desta casa.

— Veja quem realmente fez isso com ela.

— Fui eu… ou foi o seu querido filho.

A mãe de Leonardo hesitou.

Olhou desconfiada para ele.

Leonardo não disse nada.

E aquele silêncio…

foi suficiente para fazê-la gelar.

Ela virou-se para Bianca, quase irreconhecível no chão:

— Bia, diga! Quem fez isso?!

Bianca viu nela sua última esperança.

Arrastou-se na direção dela, chorando:

— Tia, me salva! O Leo enlouqueceu! Ele é um louco! Me leva embora… por favor, me leva!

A mãe de Leonardo ficou atônita.

Apontou para ele, a mão tremendo:

— Leonardo! Você… você enlouqueceu mesmo!

— Por causa de uma mulher, você quer destruir a própria vida? Quer ir para a prisão?!

Leonardo nem levantou os olhos.

— Isso é o que ela deve à Mel.

A mãe de Leonardo ficou lívida de raiva:

— Loucos! Todos loucos! Eu não posso mais lidar com você!

Depois disso, virou-se e saiu com os seguranças.

A porta ficou aberta.

O vento frio entrou.

Amélia caminhou até Bianca e se agachou diante dela.

Bianca pensou que seria salva.

Estendeu a mão, agarrando a barra da roupa dela:

— Amélia… me salva…

Mas Amélia apenas abriu os dedos dela.

E, do meio daquele monte de coisas sujas, retirou o cartão bancário.

— Esse é o dinheiro que pode salvar a vida da minha mãe.

— Você não tem o direito de ficar com isso.

Bianca gritou em desespero:

— Não vá! Amélia, você não pode me deixar morrer! Eu sou sua prima!

Amélia se levantou.

Olhou para ela de cima.

— Quando eu fui trancada naquela escola… quando fui presa…

— você também era minha prima.

— Naquela época… você pensou em me salvar?

Depois disso, apertou o cartão na mão—

e foi embora.

Sem olhar para trás.

Os gritos desesperados de Bianca ecoaram—

mas não foram suficientes para fazê-la parar.

Leonardo observava a silhueta de Amélia se afastando.

A luz em seus olhos apagava pouco a pouco.

Ele então olhou para Bianca no chão.

A voz carregada de desprezo:

— Joguem ela nas montanhas do oeste.

— Já que não quer ficar aqui… então que sobreviva sozinha.

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