localização atual: Novela Mágica Fantasia De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura Capítulo 3 — O sistema de espaço apareceu

《De Inútil a Rainha: Minha Jornada no Mundo das Feras com um Sistema de Fofura》Capítulo 3 — O sistema de espaço apareceu

Luna franziu a testa.

No apocalipse, ela já tinha ouvido todo tipo de história bizarra.

Gente com poderes estranhos. Espaços secretos. Habilidades absurdas.

Mas… sistema?

Ela já tinha ouvido falar.

Os grandões que tinham “espaço” eram praticamente deuses naquele mundo.

Só que ela— nunca teve essa sorte.

— Que porra você é? E o que quer comigo?

Ela perguntou, cheia de desconfiança.

A voz respondeu imediatamente, meio ofendida:

— Eu sou o Sistema de Encanto! E sou a sua assistente exclusiva, Borboleta!

— Eu tô aqui pra te ajudar!

— Olha só pra você agora! Se sair lá fora, vai virar comida daquelas cinco feras!

— Só eu posso te manter viva!

Luna ficou em silêncio por um instante.

O coração… mexeu.

Porque aquilo era verdade.

Do jeito que ela estava— sair dali era suicídio.

E pior— nas memórias da coelha… não era impossível que machos fortes matassem suas próprias parceiras.

— …Tá. E como você ajuda?

A voz mudou na hora.

Animada.

Empolgada.

— É simples!

— Você só precisa ser fofa!

— Ganhar pontos de fofura!

— E trocar tudo na loja do sistema!

— Força, velocidade, armas… qualquer coisa!

— E até… voltar a ter forma humana!

Forma humana.

Os olhos de Luna brilharam.

Mas antes que ela reagisse— a voz continuou:

— E mais!

— Se você acumular cem milhões de pontos de fofura…

— Eu posso te mandar de volta pro mundo moderno!

— Antes do apocalipse!

— Pra você recomeçar sua vida!

O coração dela disparou.

Voltar.

Voltar pra antes de tudo.

Antes da fome.

Antes do sangue.

Antes de ver gente morrer todos os dias.

Durante cinco anos— ela só sobreviveu.

Nunca viveu.

Se pudesse voltar— mesmo que tivesse que fazer qualquer coisa… valeria a pena.

Ela respirou fundo.

Se acalmou.

— …Só tem esse jeito?

— Além de fazer charme?

Ela franziu a testa.

— Porque eu não vou ficar abanando o rabo pra essas feras.

A voz respondeu rápido:

— Claro que não!

— Tem outros jeitos!

— Plantar, treinar, salvar pessoas… até matar!

— Tudo pode virar pontos de fofura!

— E o melhor—

— você tem um espaço próprio!

— Com terra, água, uma cabana!

— Você pode plantar, evoluir… ficar mais forte!

Plantar?

Treinar?

Os olhos de Luna se iluminaram.

Ela tinha despertado habilidade de madeira no apocalipse.

Perfeita pra cultivo.

E— ela sabia lutar.

Mesmo que agora o corpo fosse fraco— ela não era.

Se tivesse uma chance— ela ia crescer.

— Tá bom.

Sem hesitar—

— Eu aceito.

— Fechado.

— YAAAY!!!

A voz praticamente gritou de alegria.

— Espaço do sistema ativado!

— Você pode entrar com a mente a qualquer momento!

— Presente inicial liberado!

— Sementes de cenoura de crescimento rápido + técnica básica “Arte do Rei Coelho”!

— Aproveite!

No instante seguinte— a consciência de Luna se moveu.

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E ela apareceu em um espaço.

Cerca de cem metros quadrados.

Terra preta.

Um poço.

Uma cabana simples de madeira.

Na frente— um saco de sementes.

E um livro antigo, amarelado.

Ela soltou um suspiro.

Pela primeira vez desde que chegou naquele mundo— se sentiu… um pouco segura.

Agora ela tinha:

Um sistema.

Um espaço.

Um método de cultivo.

E uma técnica de treinamento.

Ela tinha— uma chance de viver.

E talvez— de voltar.

Quanto às cinco feras lá fora—

Um sorriso frio surgiu no canto da boca dela.

— Querem me tratar como pet?

— Como brinquedo?

— Espera só.

— Um dia… eu faço vocês engolirem isso.

Mas por agora— ela não podia sair.

Não sabia se os pais e irmãos iam encontrá-la.

Se estavam procurando.

Então— só havia uma opção:

Ficar ali.

Se fortalecer.

E quando tivesse poder suficiente—

sair… e acertar as contas.

Uma hora depois — fora da caverna

Leonardo andava de um lado para o outro.

Irritado.

Os olhos dourados fixos na entrada.

— Por que ela ainda não saiu?

Matheus falou, baixo:

— Não sabemos se tem perigo lá dentro.

Sebastian apoiou o queixo na mão, pensativo, um sorriso leve surgindo:

— Ou talvez… ela esteja esperando a gente entrar.

Adrian circulou pelo céu antes de descer:

— Querem que eu dê uma olhada?

Nesse momento—

— crack.

Um som veio da caverna.

As cinco feras ficaram alertas.

Dante levantou a cabeça:

— Que som foi esse?

Silêncio.

Então— as plantas na entrada se mexeram levemente.

Uma pequena cabeça branca apareceu.

Olhos vermelhos.

Alertas.

Era Luna.

Ela tinha plantado as cenouras.

Lido um pouco da técnica.

Recuperado um pouco da força.

E decidiu sair pra observar.

Ao ver que os cinco ainda estavam lá— o coração dela apertou.

Mas ela se forçou a se acalmar.

— Calma… calma… não se assusta sozinha.

Ela respirou fundo.

Agora— ela não era mais a mesma de antes.

(Embora…)

na visão deles— ela ainda fosse só um bichinho fofo.

Do tipo que morre com uma patada.

Ela saiu da caverna.

Parou diante deles.

Levantou a cabeça.

Olhar firme.

— Eu já disse.

— Eu não vou com vocês.

— Se insistirem…

Ela hesitou por meio segundo.

Mas mesmo assim bateu a cabeça de leve numa pedra ao lado.

— …eu me mato na frente de vocês!

A pose— dramática.

Decidida.

Mesmo sem força nenhuma.

As cinco feras ficaram em silêncio.

Confusas.

Essa coelhinha… mudou mesmo?

Leonardo franziu a testa.

Ia falar—

Mas— Luna já tinha virado.

E corrido de volta pra dentro.

— Não cheguem perto!

— Ou eu não vou pegar leve!

Silêncio.

As cinco se entreolharam.

Sebastian riu:

— Essa daí… tem personalidade.

Leonardo bufou:

— Não importa.

— Ela é nossa fêmea.

Matheus assentiu:

— Vamos esperar.

— Ela vai sair.

Adrian e Dante não discordaram.

Então— eles ficaram.

Guardando a entrada da caverna.

Dentro da caverna

Luna começou— seu primeiro dia naquele mundo.

Plantando.

Treinando.

Sobrevivendo.

O sol se pôs.

A última luz entrou na caverna.

Iluminando o corpo pequeno dela.

Deitada de barriga pra cima.

Respiração leve.

Coberta de poeira.

Exausta.

Ela dormia profundamente.

O nariz tremia de leve— como se estivesse cheirando algo bom.

— Mm… carne seca… não pega…

No sonho— ela estava de volta ao apocalipse.

Segurando um pedaço duro de carne seca.

Seu tesouro.

Comprado com três garrafas de água limpa.

Ela ia morder—

quando— uma voz fina começou a cutucar sua mente.

Como um inseto insistente.

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