《Renascida para Amar o CEO: Protegendo Meu Destino》Capítulo 041

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Capítulo 041: Uma Melodia Arrebatadora

A atenção de Sheila foi atraída de volta. Ela olhou para Bruno e depois para Pérola. — O que houve?

Pérola desviou o olhar e sorriu levemente. — Nada, não estou procurando ninguém.

Sheila piscou e trocou um olhar com Bruno; era óbvio que não acreditavam. Sheila, varrendo o ambiente com os olhos, provocou: — Pérola, você não estaria procurando pelo Thiago, estaria?

— Thiago? — Bruno olhou para Pérola com estranheza. — Achei que fosse só boato, mas pelo visto é real... ora, ora.

Bruno se sentia um pouco culpado por não ter dado atenção ao assunto antes, focado demais na empresa. Sheila deu um "gelo" nele: — Você ainda tem coragem de falar? Toda vez que te chamamos, diz que está ocupado. É amigo da Pérola e ainda trata isso como um boato?

Bruno coçou o nariz: — Erro meu. Quando eu estiver menos ocupado, eu pago uma rodada para vocês.

Enquanto conversavam, Tina, sentada ao lado deles, não parecia nada bem. Não apenas porque os outros falavam de Thiago e Pérola como algo natural, mas porque Thiago sequer havia aparecido na cerimônia! Tina só o vira de longe algumas vezes, mas desde que soube que ele poderia ser herdeiro de uma grande família de Pequim, decidiu que ele seria seu. Ver que ele não estava lá estragou seu humor.

Pérola notou a mudança na expressão de Tina, estreitou os olhos e voltou a focar no palco.

O reitor e os ex-alunos influentes discursaram. O pai de Pérola, Cecília, foi o primeiro representante dos graduados a subir. Vendo-o tão vigoroso e confiante — bem diferente da imagem envelhecida e desolada da sua vida passada após a perda dos filhos —, Pérola sentiu uma gratidão imensa. Ela sorriu para ele de forma radiante, e o pai, embora surpreso com a intensidade do olhar da filha, retribuiu com um aceno carinhoso.

Após os discursos, começaram as apresentações estudantis. Sem muito interesse, Pérola usou a desculpa de ir ao banheiro para sair do auditório.

A escola estava silenciosa, com todos concentrados na cerimônia. Ela caminhou pelas trilhas arborizadas até o campo de esportes. Lembrou-se de quando tinha catorze anos e tocou sua obra original,

O Voo do Cisne

, na harpa chinesa (Konghou), música que lhe rendera um campeonato nacional aos treze.

Tomada por um desejo súbito de tocar novamente, ela seguiu para o prédio de artes. A sala de música no primeiro andar abrigava a harpa que ela mesma doara à escola como lembrança de sua formatura antecipada.

Pérola sentou-se diante do instrumento. Pela janela, via-se trepadeiras verdes e flores silvestres. Ela fechou os olhos e as notas começaram a fluir. Mesmo após tantos anos sem tocá-la, a melodia era parte de sua alma.

Ao terminar a última nota, ela abriu os olhos. Do outro lado da janela, entre as flores e as videiras, estava um homem. Alguém que ela conhecia profundamente e que tanto desejava ver.

Seus olhares se cruzaram.

 

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